- A Epic Games processou dois criadores de Fortnite, Idris Nahdi e Ayob Nasser, por uso de 20.000 bots para inflar a popularidade de seus mapas.
- A empresa alega que essa prática resultou em ganhos financeiros substanciais e violou as regras do programa “Island Creator”.
- O processo busca compensação financeira e a proibição permanente dos réus e de seus descendentes de jogar Fortnite.
- Os réus teriam usado um serviço de jogos em nuvem para gerenciar os bots, o que configura uma violação grave das diretrizes do programa.
- A Epic Games já havia interrompido os pagamentos e solicitado a destruição de cópias do jogo, mas os criadores continuaram a jogar.
Recentemente, a Epic Games, responsável pelo popular jogo Fortnite, processou dois criadores de conteúdo acusados de manipulação fraudulenta. A empresa alega que Idris Nahdi e Ayob Nasser utilizaram 20.000 bots para inflar artificialmente a popularidade de seus mapas, o que resultou em ganhos financeiros substanciais.
O processo destaca que os criadores violaram as regras do programa “Island Creator”, que premia desenvolvedores com base na popularidade genuína de seus mapas. A Epic Games busca não apenas compensação financeira, mas também a proibição permanente dos réus e de seus descendentes de jogar Fortnite. Segundo a empresa, essa prática prejudica a relação com desenvolvedores legítimos e compromete a confiança no ecossistema.
Os réus supostamente utilizaram um serviço de jogos em nuvem para gerenciar os bots, uma ação que, se confirmada, configura uma violação grave das diretrizes do programa. A Epic Games já havia cortado os pagamentos e solicitado que os criadores destruíssem todas as cópias do jogo, mas, mesmo assim, continuaram a jogar.
A empresa enfatiza que a manipulação de engajamento não apenas prejudica o sistema de recompensas, mas também compromete a integridade da plataforma. A situação gerou um debate sobre a ética no uso de bots em jogos online e a importância do cumprimento das regras estabelecidas para garantir um ambiente justo.
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