- Metroid Prime 4: Beyond foi lançado hoje e traz um hub aberto com moto, porém sem rádio ou playlist durante o deslocamento, a menos que se compre o amiibo Samus.
- A opção de música básica fica disponível apenas após adquirir o amiibo Samus, com paywall de $30.
- O amiibo permite mudar a música enquanto o jogador dirige a moto Vi-O-La; sem o amiibo, a função fica indisponível.
- A prática de bloquear funções básicas por meio de amiibo é alvo de críticas, com comparação à polêmica anterior sobre opções de música em Mario Kart Worlds.
Metroid Prime 4: Beyond foi lançado hoje e inclui uma prática de paywall para opções de música, acessíveis apenas via amiibo de Samus por 29,99 dólares. O jogo oferece um hub aberto em que a protagonista percorre um deserto a bordo de uma moto, sem rádio ou playlist durante o deslocamento, a menos que o amiibo seja adquirido. A medida restringe funções básicas de áudio desde o início da experiência.
A decisão de bloquear música básica gerou críticas entre jogadores e analistas, que destacam a distância entre a jogabilidade aberta e recursos sonoros encontrados em títulos concorrentes. A prática segue a linha de nichos de Nintendo, já conhecida por utilitários como amiibo que liberam conteúdo extra.
O lançamento ocorre em meio a debates anteriores sobre opções de música e volume em Mario Kart Worlds, que tiveram um toggle limitado. Em ambas as situações, recursos essenciais parecem depender de itens colecionáveis ou aquisições adicionais.
Detalhes do mecanismo de desbloqueio
No jogo, o amiibo Samus desbloqueia a possibilidade de escolher a música ao pilotar a Vi-O-La, a moto do título. Sem o item, a trilha sonora permanece breve e pouco dinâmica durante o deslocamento.
A embalagem de Samus é descrita como visualmente atraente, mas não substitui o custo de desbloquear funções centrais. A pauta envolvendo amiibo ressalta que itens colecionáveis costumam trazer benefícios cosméticos ou de jogabilidade alternativa, não necessariamente melhorias de base.
A comunidade tem distribuído mensagens críticas sobre a prática de impor paywalls para recursos considerados básicos por muitos jogadores. A controvérsia se soma a discussões anteriores sobre estratégias de monetização da empresa no mercado de jogos first-party.
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