- Pragmata, da Capcom, chega como preview hands-on que destaca uma mistura de ação e quebra-cabeças ambientada em uma base lunar, com Times Square recriada.
- A protagonista Diana, acompanhada pelo protagonista Hugh em um traje pesado, explora o mundo e interage com artefatos conectando passado e presente.
- O jogo utiliza um minigame de hack no estilo Bioshock para despoletar habilidades e vulnerabilizar inimigos, combinando puzzles com combate.
- O visual e a abordagem lembram jogos mais antigos, com uma nostalgia sem cinismo de desenvolvimento moderno, mantendo espaço para escolhas criativas de jogabilidade.
- O hub central permite upgrades, interações opcionais e libertação de diálogos, fortalecendo a relação entre Hugh e Diana enquanto se avança pelos segredos da base lunar.
A preview do Capcom Pragmata apresenta um jogo que mistura puzzles e ação em ambiente inspirado em ficção científica. Situado em uma base lunar abandonada, ele coloca uma menina-dronóide chamada Diana ao lado de Hugh, o protagonista em um traje pressurizado. O objetivo é compreender o mundo ao redor e desvendar enigmas enquanto se enfrenta inimigos.
Diana observa o cenário com curiosidade extrema, inclusive diante de uma holograma de gato. A menina nunca viu a Terra, nem Times Square, o que dá tato ao retrato da cidade fictícia recreada na lua. A dupla explora artefatos terrestres como escorregadores e televisores antigos.
O design do Pragmata é explicado como uma síntese entre nostalgia e tecnologia moderna. A trilha sonora, o ritmo de jogo e a interface visual ganham destaque por seu tom mais ousado, mantendo uma estética que remete aos jogos clássicos sem soar arcaica.
A jogabilidade combina exploração, hackeamento e combate em arenas amplas. Cenários contêm puzzles ambientais, com plataformas e obstáculos organizados em grade. Inimigos são desmembrados por hacks que afetam múltimos alvos.
Durante a demonstração, a famosa Times Square lunar aparece com toques de easter eggs ligados a outros títulos da Capcom. Liberações de itens e desafios opcionais aparecem em caminhos não lineares, exigindo exploração para avançar.
Os desafios de hackeamento aparecem como minigames inspirados em Bioshock, com interfaces que exigem estratégia para espalhar hacks e aumentar dano. O ritmo proporciona momentos de planejamento entre combates intensos.
Hugh atua como protetor de Diana e guia-a pela narrativa, mantendo a relação entre os dois centrada no cuidado mútuo. Diálogos entre eles ajudam a revelar pistas sobre o mistério da base lunar.
A dupla também troca experiências sobre o passado do local, enquanto a base funciona como hub central de upgrades, carregamento de loadouts e encontros opcionais com trilha sonora calma. A interação entre eles é uma bússola narrativa.
Em termos de desafio, o jogo não pretende ser excessivamente difícil, mas pede que o jogador aprenda a combinar habilidades e estratégias. O ritmo varia conforme o estágio, alternando momentos de calmaria e ação.
A demonstração mostrou variedade de adversários, cada um exigindo abordagem distinta. Uma batalha com chefe destacou pontos fracos e janelas de dano, com uso estratégico de hacks para avançar.
A experiência é descrita como autêntica em seu espírito, evitando o tom ultracomercial dos grandes lançamentos. Pragmata se apresenta como uma alternativa criativa dentro do portfólio da Capcom.
O preview reforça a percepção de que Pragmata não é apenas uma estética retrô. A combinação de mecânicas, foco em narrativa e proposta de jogabilidade diferenciada pode marcar a fase de recuperação criativa da Capcom.
Em síntese, Pragmata é visto como uma proposta ambiciosa que une elementos clássicos a inovações, com personagens cativantes e um mundo que convoca o jogador a explorar. A avaliação inicial aponta para uma experiência envolvente e diferente.
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