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Novo sucesso no Steam mostra como era operar uma locadora nos anos 90

Retro Rewind permite gerenciar uma locadora dos anos noventa, reunindo nostalgia, desafios diários e o impacto da migração para streaming

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  • Retro Rewind – Video Store Simulator é um jogo de gerenciar uma locadora de filmes dos anos 90, lançado para PC via Steam.
  • O jogador começa com poucos recursos e vai ampliando a loja com prateleiras, filmes, decoração e funcionários conforme o tempo passa.
  • A jogabilidade foca em atividades como receber filmes, devolver, reordenar prateleiras, cobrar taxas por devoluções atrasadas e lidar com itens danificados.
  • Eventos diários influenciam o movimento: fins de semana, feriados, clima e eventos na cidade podem atrair mais clientes ou alterar o estilo de procura.
  • O jogo também apresenta itens duvidosos, como filmes piratas e pornôs, que aparecem de vez em quando e podem oferecer opções mais baratas, com implicações para os clientes.

Retro Rewind – Video Store Simulator chega ao PC com enfoque nostálgico nos anos 90. O jogo simula a gestão de uma locadora de filmes, buscando reproduzir o clima de lojas como Blockbuster. Lançamento ocorreu em 2026, ampliando o gênero de store sims no Steam.

A proposta é clara: administrar um negócio de aluguel de vídeos na década de 1990, com prateleiras cheias, capas falsas de filmes e decorações temáticas. Os jogadores precisam lidar com retornos, multas e a necessidade de rewinding de fitas VHS antes de recolocá-las nas prateleiras.

Em Retro Rewind, o progresso ocorre ao longo de dias simulados; mais espaço, filmes melhores e novos itens decorativos podem ampliar a clientela. Eventos locais, feriados e o tempo afetam a demanda, mantendo a jogabilidade dinâmica.

Ambiente e atmosfera

O título impressiona pela atenção aos detalhes: capas, pôsteres e carpete de loja remetem ao período. A experiência de manusear fitas, armazená-las e registrar empréstimos é o foco do loop principal, que evolui conforme o negócio cresce.

Dinâmica de gestão

Os jogadores começam sem itens e vão expandindo a loja ao longo dos dias. Comprar lançamentos, contratar funcionários e administrar custos de aluguel são partes centrais. A cada fase, novas opções de filmes e mobiliário aparecem para melhorar o fluxo de clientes.

Apesar do tom descritivo, o jogo evita simplificações: itens piratas surgem ocasionalmente no retrocesso de opções, exigindo escolhas entre ética comercial e oferta de produtos. A jogabilidade prioriza ritmo e feedback físico dos objetos.

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