- As skins aparecem em pacotes temáticos, com visuais únicos para cada personagem dentro do tema.
- Qualquer funcionário pode apresentar uma ideia; Randby citou a linha Kawaii Café como exemplo.
- A avaliação usa critérios como potencial visual, inovação e diversidade em relação ao que já existe.
- As inspirações vão do mundo real a culturas específicas, incluindo China e Brasil (exemplo da skin de Iara para Nami).
- A seleção de campeões é baseada em dados de popularidade e do catálogo; às vezes o tema se encaixa ao campeão escolhido, e o processo de produção pode levar mais de um ano.
O processo de criação de skins em League of Legends é central para a monetização do jogo. O tema guia os pacotes, mas cada personagem recebe um visual único dentro do conceito comum. A ideia inicial pode partir de qualquer pessoa da Riot.
Tom “Hylia” Randby lidera a equipe responsável por desenhar os novos cosméticos. Ele explica que a empresa aceita propostas de qualquer área, desde que cumpram critérios de visualmente inovadores e diferentes do que já existe no catálogo.
Quando uma ideia chega, a equipe de arte avalia a viabilidade. O objetivo é manter diversidade de temas, equilibrando cores, estilos e tonalidades, para evitar repetições entre as skins.
Processo de avaliação e seleção de campeões
O grupo analisa dados para escolher os campeões que entrarão na linha de skins. Observa-se quanto tempo faz desde a última skin, a demanda dos jogadores e o volume de skins já disponíveis para cada campeão.
Em alguns casos, a ideia de tema é adaptada ao conjunto de campeões, mantendo a coesão do pacote. Em outros, o tema é ajustado aos personagens que não recebem conteúdo novo há tempos.
Produção e colaboração entre equipes
A produção envolve designers, animadores, artistas de efeitos visuais e escritores que definem o conceito da temática. A duração do projeto varia bastante; em alguns casos, o desenvolvimento pode levar mais de um ano.
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