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Resident Evil Requiem é crackeado; hacker quebra Denuvo

Crack do Denuvo em Resident Evil Requiem é feito em tempo recorde, abrindo caminho para pirataria em títulos recentes

Créditos: Capcom (editada)
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  • O Denuvo foi burlado no Resident Evil Requiem em menos de dois meses após o lançamento, em 27 de fevereiro.
  • O cracker voices38 conseguiu burlar o Denuvo da versão de 2026, abrindo o jogo para pirataria.
  • O feito acompanha o histórico do mesmo cracker com Doom: The Dark Ages, primeiro título de 2025 a ter o sistema derrubado.
  • Em comentários no Reddit, voices38 afirmou ter encarado o maior desafio até agora, mas que o Denuvo de 2026 teve apenas dois recursos novos em relação à versão de 2025.
  • O crack de Resident Evil Requiem não exige o uso do Hypervisor Bypass, técnica que manipula o hipervisor do Windows; o desenvolvedor mantém a prática “oldskool nunca morre”.

O sistema antipirataria Denuvo foi burlado em Resident Evil Requiem, em menos de dois meses após o lançamento. O jogo chegou em 27 de fevereiro com a proteção ativa.

O cracker conhecido como voices38 foi o responsável pela quebra, abrindo o título para pirataria. A façanha reacende o debate sobre a resistência de proteções digitais em lançamentos recentes.

A conquista ocorre dias após o caso de DOOM: The Dark Ages, que marcou o primeiro crack de 2025. voices38 comentou que o novo Denuvo de 2026 apresenta dois recursos a mais em relação ao de 2025.

Técnica de bypass

Uma técnica comum para burlar o Denuvo envolve o Hypervisor Bypass, que manipula o hipervisor do Windows para interceptar instruções da CPU. O método desativa camadas de segurança do sistema, com riscos de instabilidade.

No caso de Resident Evil Requiem, o crack não exige esse tipo de intervenção. Voices38 informou, em Reddit, que o desafio foi superado sem recorrer ao hypervisor, mantendo o foco em outras abordagens.

A comunidade de crackers discute os métodos usados, com alguns mantendo o uso do Hypervisor Bypass como prática comum, enquanto outros evitam essa linha de ataque. A discussão segue em fóruns e redes sociais.

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