- Diablo IV ganhará a segunda expansão, Lord of Hatred, anunciada no final de 2025, com novas classes, uma nova região e mudanças no jogo, incluindo continuação da luta contra Mefisto.
- Mudanças para todos: nova organização de recompensas, dificuldade dividida em doze níveis de tormenta, ausência de aspectos lendários em dungeons, e a introdução do Talismã horádrico com selos e amuletos que ampliam habilidades e vida.
- A árvore de habilidades foi redesenhada: não há mais passivas; os modificadores ficam nos talismãs, permitindo builds diferentes com maior flexibilidade.
- Cubo horádrico chega como novidade de gameplay para criar receitas que adicionam ou removem afixos e transformam itens, além de melhorias de qualidade de vida, como filtro de itens e mapa overlaid na tela.
- Endgame ganha planos de guerra, com uma nova árvore de habilidades para atividades de alto nível, e o evento extremamente raro Ódio Ressonante; as novas classes Paladino e Bruxo são destaque, com o Bruxo oferecendo três vertentes de gameplay.
Diablo IV recebe a segunda expansão, Lord of Hatred, anunciada no final de 2025. A Blizzard entrega mudanças amplas no jogo base, novos conteúdos e uma continuidade da luta contra Mefisto. A análise avalia o que muda e o que continua.
A expansão chega com alterações que atingem todos os jogadores, mesmo sem compra do DLC. Entre as mudanças estão a reorganização das recompensas por região e a divisão de dificuldade em 12 níveis de tormenta, similar ao Diablo III. Também entram novas mecânicas de itemização e UI.
Lord of Hatred introduz uma nova região, Skovos, com visuais impactantes e trilha sonora marcante. A história continua a partir da expansão anterior, com foco em aprofundar o lore de Santuário sem revelar spoilers, mantendo o tom mais elaborado que Vessel of Hatred, segundo a análise.
O que chega para todos
A principal mudança é a remoção de aspectos lendários em dungeons, agora obtidos apenas por itens. Além disso, surge o Talismã horádrico, que abre espaço para selos e amuletos, alterando habilidades, vida e consumíveis. Conjuntos de encantos ampliam a força conforme o uso de peças.
A árvore de habilidades foi refeita: não há mais passivas, que foram realocadas para o sistema de talismãs. Com isso, cada habilidade recebe múltiplos modificadores, permitindo builds variados sem depender de uma única função. A personalização fica mais flexível.
O cubo horádrico retorna como recurso clássico. Ele permite receitas para ajustar afixos ou transformar itens comuns em únicos. A mecânica é vista como uma adição temática relevante para fãs da franquia.
O que Lord of Hatred tem para nos oferecer?
A narrativa avança para Skovos, terra das amazonas, com promissora exploração do lore de Inarius e Lilith. A campanha é considerada superior à de Vessel of Hatred, embora em alguns momentos haja sensação de ritmo acelerado.
A nova região impressiona pelo visual, com chefes que trazem mecânicas interessantes. As novidades técnicas, como as duas novas classes exclusivas para quem tem a expansão, ganham destaque entre os jogadores que buscam conteúdo para as temporadas.
Entre as classes, o Warlock (Bruxo) fica em foco, oferecendo três vertentes: Invocação de Fogo, Demoníaco e Ocultismo. O Paladino também retorna, com a pré-venda permitindo acesso antecipado já por fãs. A curadoria de habilidades oferece várias opções de builds.
O temível endgame
O endgame passa por renovação com a introdução de uma árvore de habilidades para cada atividade de fim de jogo, conectada aos planos de guerra. O mapa de guerra permite encadear atividades para acumular pontos de melhoria. As recompensas são atraentes, mas a implementação pode soar familiar para quem já jogou outros títulos do gênero.
Foi adicionada a mecânica de planos de guerra e um evento extremo, chamado Ódio Ressonante, com ondas infinitas de inimigos em arena vazia. O acesso depende de drop muito raro, o que limita a frequência de participação. A jogabilidade do modo não apresenta grande profundidade de planejamento, segundo a avaliação.
Vale a pena?
Diablo IV consolida-se como um dos principais ar-PGs, e Lord of Hatred é visto como o ápice de qualidade alcançado ao longo de três anos de evolução. A expansão equilibra narrativa, mundo e endgame, mesmo que o ritmo da história e a profundidade de algumas atividades ainda causem debates entre jogadores.
Para quem busca apenas a trama e a nova região, vale considerar promoções. Quem quer explorar as novas classes nas temporadas encontrará fortemente uma razão para investir na expansão. A recomendação varia conforme o interesse pelas novidades de endgame e pelo enredo expandido.
Pontos-chave
- História mais elogiada que a anterior, com foco em Skovos.
- Visual da nova região e qualidade das trilhas sonoras.
- Bruxo e Paladino como grandes atrativos de jogabilidade nas novas temporadas.
- Renovação de sistemas, com melhoria de qualidade de vida.
Nota do veículo: 90. Pontos positivos incluem história mais consistente, visuais de Skovos, classes Bruxeiro e Paladino bem recebidas, e melhorias de qualidade de vida. Pontos negativos apontam ritmo da história e novas atividades de endgame com menos criatividade. A franquia não divulga conteúdo sensível nem contatos de parceiros.
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