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Fábrica brasileira produz caixões inspirados em videogames

Urnas temáticas inspiradas em videogames, criadas por fábrica de Cordeirópolis, funcionam como marketing para ampliar visibilidade do setor funerário

Caixões do Luigi, Super Mario, Yoshi e Princesa Peach
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  • Fábrica de caixões do interior de São Paulo, a Bignotto, em Cordeirópolis, criou urnas temáticas inspiradas em personagens de videogames, como Super Mario Bros.
  • A linha gamer não tem venda prevista e funciona como estratégia de marketing para gerar visibilidade e aproximar o público de um setor tradicionalmente visto como distante.
  • O responsável pelo marketing diz que os modelos não integram o catálogo oficial e não possuem preço definido.
  • A ideia surgiu internamente, desenvolvida como conceito criativo, com maior interesse em contextos paralelos, como feiras e eventos temáticos.
  • A empresa admite não ter licenciamento para uso de marcas, o que inviabiliza parcerias oficiais com empresas de entretenimento; as urnas cumpriram o papel de viralizar o debate sobre o setor funerário.

Uma fábrica no interior de São Paulo criou urnas funerárias inspiradas em videogames, como personagens de Super Mario. A iniciativa ganhou atenção nas redes sociais, mas não envolve venda.

A linha gamer foi apresentada pela empresa Bignotto, sediada em Cordeirópolis. O setor afirma que os modelos não integram o catálogo oficial e não possuem preço definido.

Segundo Guilherme Chanquini, responsável pelo marketing, as urnas são estudos conceituais para gerar visibilidade e aproximar o público de um setor tradicionalmente visto como distante.

A ideia nasceu dentro da empresa, elaborada por um dos diretores, e passou a ser um conceito criativo. Não houve demanda real no mercado funerário para o produto.

O objetivo é ampliar o alcance da marca e provocar reflexão sobre o próprio produto. A equipe admite que há viés de marketing por trás da iniciativa.

O uso de marcas registradas não está autorizado. Grandes empresas de entretenimento, como a Nintendo, protegem fortemente seus direitos, o que inviabiliza parcerias formais no segmento funerário.

Apesar de não estar à venda, as urnas viralizaram e destacaram um nicho pouco discutido no debate público, com abordagem incomum para o setor.

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