- Subnautica 2 está em acesso antecipado e apresenta animais marinhos significativamente mais agressivos que o jogo original, com defesa principal baseada em fuga ou distração por meio de isqueiros/estilhaços de fogo.
- Enquanto o Subnautica original permitia esgrimir uma faca para defesa, a versão atual restringe ações de combate, tornando difíceis enfrentar predadores maiores.
- A comunidade e a imprensa destacam a necessidade de mais opções para se defender, já que ferramentas como o Sonic Resonator têm efeito limitado e as iscas/direcionadores não resolvem o problema.
- Criaturas como Bullethead, Marrowbreach e o Leviatã Coletor são citadas como obstáculos constantes, prejudicando tarefas que exigem permanecer em determinados locais.
- Há debates internos no estúdio sobre permitir que jogadores ataquem peixes menores, enquanto se restringe combates contra predadores maiores; sugestões incluem novas técnicas ou itens defensivos mais eficazes, com custo de construção ou recarga.
Subnautica 2 enfrenta críticas sobre violência de fauna, e não das jogadoras
Jogadores de Subnautica 2 reclamam da violência de criaturas no jogo, principalmente peixes agressivos. Em acesso antecipado, há relatos de ataques constantes que dificultam tarefas e exploração. A principal queixa é a falta de meios eficazes de defesa.
Em comparação com o título original, a nova edição é mais agressiva sem oferecer recursos suficientes de defesa. A jogabilidade depende de fugir ou acender tochas, com impacto limitado de armas sonoras. A situação preocupa parte da comunidade de players.
Segundo análises, a maior parte das criaturas, como Bullethead e Marrowbreach, apresentam grande poder ofensivo. O jogador enfrenta rabiscos, ataques elétricos, envenenamento e investidas contínuas durante missões críticas. Não há opção clara de combate eficiente.
Desafios também aparecem em encontros com monstros marinhos maiores. O Leviatã Coletor surge cedo, gerando expectativa, mas vira obstáculo repetitivo conforme a história avança. Técnicas alternativas não são amplamente divulgadas ou eficazes.
Desenvolvedores indicam que a possibilidade de eliminar peixes menores ainda debate entre a equipe, segundo reportagens. A ideia é manter um equilíbrio entre sobrevivência e pacifismo, sem incentivar combates contra predadores maiores. Ainda não há confirmação de mudanças.
A comunidade segue dividida: parte deseja ferramentas para afastar criaturas com menos custo, outra prefere manter a experiência centrada na exploração. A discussão sobre defesa e interação com a fauna continua em pauta após o lançamento.
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