- Final Fantasy VII Rebirth chega ao Nintendo Switch 2 após PS five e PC, oferecendo jogabilidade flexível apesar de cortes visuais em relação às outras plataformas.
- No Switch 2, há pop-in de texturas e quedas de desempenho em cenas com muitos inimigos, especialmente no modo portátil; gráficos ficam abaixo do padrão visto no PS5.
- Mesmo com os sacrifícios, a experiência é jogável e envolve uma direção de arte agradável, mantendo a identidade do RPG mesmo com menos pixels.
- O jogo combina ação em tempo real com o sistema ATB, oferecendo exploração, missões secundárias, minigames e um mundo aberto repleto de conteúdo.
- Em resumo, vale a pena para fãs de RPGs que desejam jogar em portátil, embora haja bugs ocasionais e qualidade visual inferior às versões de PS5, Xbox e PC.
Final Fantasy VII Rebirth chegou ao Nintendo Switch 2 após chegar ao PS5, PC, Xbox e Switch. A análise aponta que a edição para o Switch 2 mantém a história de Cloud e seus companheiros, mas impõe cortes gráficos para viabilizar a experiência portátil. O jogo recebeu atenção pela versatilidade, não apenas pela qualidade visual.
Desde as primeiras demonstrações, ficou claro que o hardware do Switch 2 demanda compromissos. Em dois primeiros capítulos, surgem pop-ins de texturas, quedas esporádicas de framerate e gráficos abaixo do padrão visto em outras plataformas. A avaliação lembra que o modo dock e o portátil apresentam diferenças de estabilidade.
Desempenho técnico no Switch 2
Na versão final, as texturas podem aparecer com atraso em ambientes abertos, e cenas com iluminação mostram variações como sombras com artefatos. O uso de DLSS oferece upscaling de resolução, mas não há opções de modos visuais, o que mantém a experiência com limitações próprias do hardware.
Pop-in de texturas é destacado como o problema gráfico mais perceptível, indicado em rodagens com áreas abertas. Em ambientes fechados, o efeito diminui, porém persiste em alguns trechos. O jogo permanece jogável e a ação de combate não é prejudicada pela performance.
Jogabilidade e história
A narrativa continua a jornada de Cloud após Final Fantasy VII Remake, com exploração de novas regiões e aprofundamento de relações. O sistema de combate mescla ação em tempo real com ATB, permitindo alternar entre personagens e usar habilidades diversas.
O Switch 2 entrega um mundo aberto repleto de atividades, missões secundárias e minigames, mantendo a direção de arte elogiada. A experiência de jogo é reconhecida pela variedade de protagonistas e inimigos, além do ritmo de revelações sem spoilers.
O formato portátil permite jogar longe de casa sem comprometer o andamento da história, segundo a análise. Ainda assim, para quem busca a experiência máxima, plataformas de última geração oferecem qualidade gráfica superior.
Nota: a avaliação destaca o potencial do Switch 2 para abrigar grandes jogos AAA, ainda que com sacrifícios gráficos. Aversões técnicas são compensadas pela mobilidade e pelo conteúdo completo do título.
Pontos positivos: história envolvente, combate estratégico, grande conteúdo, mundo aberto dinâmico, jogabilidade sólida em modo portátil. Pontos negativos: pop-in de texturas frequente, quedas de desempenho em áreas exigentes, qualidade visual abaixo de PS5/Xbox/PC, bugs visuais ocasionais.
Uma cópia de Final Fantasy VII Rebirth foi cedida pela Square Enix para a realização desta review.
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