- Operation Epic Furious: Strait to Hell é jogo satírico contra o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e os conflitos envolvendo o Irã, com lançamento online e em três máquinas de fliperama no Memorial da Guerra, em Washington, D.C.
- O título, criado pelo coletivo The Secret Handshake, está disponível para PC, Android e iPhone (iOS) via site oficial.
- No gameplay, o jogador assume o papel de Trump, começando na Casa Branca e indo ao Irã em uma missão que envolve inimigos inusitados e itens como barris de petróleo e rolos de papel higiênico para publicar mensagens.
- Entre as referências satíricas, aparecem figuras como Kash Patel, Marco Rubio, JD Vance e Elon Musk, além de termos como “Tomahawk” e “Mar-a-Lago” usados de forma humorística.
- O desfecho da campanha mostra consequências da guerra em pixel art, reforçando a visão de repetição de conflitos armados, pois não existe vitória definitiva e o jogador retorna ao início para recomeçar o ciclo.
Operation Epic Furious: Strait to Hell é um jogo satírico criado como protesto contra o presidente dos EUA, Donald Trump, e os conflitos envolvendo o Irã. A obra está disponível online gratuitamente e pode ser jogada em três fliperamas instalados no Memorial da Guerra, em Washington, D.C. O projeto é assinado pelo coletivo anônimo The Secret Handshake.
O jogo, desenvolvido possivelmente na plataforma RPG Maker, coloca o jogador no papel de Donald Trump. A história se inicia na Casa Branca e segue até o Irã, onde o personagem busca resolver o conflito de forma direta, embarcando em um helicóptero.
O título faz referência à operação militar Epic Fury, associando o Estreito de Hormuz ao trocadilho Strait to Hell. Durante a jogabilidade, o presidente enfrenta inimigos inusitados, como terroristas, estudantes iranianas, o prefeito de Nova York e o Papa, entre outros, em missões que exigem coleta de itens.
Participações satirizadas de figuras ligadas a Trump aparecem ao longo da campanha, incluindo Kash Patel, Marco Rubio, JD Vance e Elon Musk. As batalhas seguem o formato de RPG por turnos, com ataques físicos, magias e habilidades especiais desbloqueadas ao longo da aventura.
Ao avançar, o jogador encontra cenas que questionam as consequências da violência. Após bombardear o Irã, surgem imagens em pixel art mostrando prédios destruídos e equipes de resgate, reforçando a mensagem crítica da obra.
O desfecho não oferece vitória definitiva: ao finalizar a campanha, o jogador retorna ao início para repetir o ciclo, simulando a visão dos criadores sobre a repetição de conflitos armados. A mecânica sublinha a percepção de impasse na resolução de guerras.
A obra está disponível para PC, Android e iPhone (iOS) via site oficial. Além disso, é possível jogar em dispositivos móveis com toque ou teclado e mouse. A produção segue como uma expressão satírica e protesto político.
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