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As Aventuras de Elliot: The Millennium Tales revela semelhanças com Zelda

Análise aponta que The Adventures of Elliot: The Millennium Tales, em HD-2D, lembra Zelda; porém falhas ficam na repetição de inimigos e ausência de localização em PT-BR

The Adventures of Elliot: The Millennium Tales mostra que a Square Enix também tem Zelda em casa
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  • The Adventures of Elliot: The Millennium Tales é um jogo da Square Enix, criado por Tomoya Asano, que funciona como Zelda-like com DNA de Mana, em HD-2D.
  • A história acompanha Elliot, a Princesa Heuria e a fada Faie, viajando entre eras para impedir distorções temporais; há modo cooperativo local com Faie.
  • O visual HD-2D, feito em Unreal Engine 5, ganha destaque pela ambientação, iluminação e complexidade de cenários, com equipe de peso por trás do projeto.
  • A jogabilidade foca em exploração aberta e progressão por itens, com dungeons opcionais, mais de quarenta horas de conteúdo e fragmentos que aumentam a vida de Elliot.
  • Nota de avaliação é de 90; prós incluem viagens no tempo, combate simples, mundo aberto e beleza visual; contras são repetição de inimigos e ausência de localização em português.

The Adventures of Elliot: The Millennium Tales, novo título da Square Enix assinado por Tomoya Asano, recebeu análise de lançamento. A obra se inspira em Zelda, com foco em exploração, narrativa sólida e ritmo acessível. O estúdio também reúne nomes-chave do HD-2D.

A história acompanha Elliot, jovem em missão no reino de Huther, com a Princesa Heuria e a fada Faie. A trama envolve viagens entre eras para evitar distorções temporais que poderiam afetar o mundo. Faie pode ser jogada em cooperativo local.

O estilo gráfico HD-2D, criado com a Unreal Engine 5, imprime atmosfera densa aos cenários. A combinação de 2D com cenários 3D realça iluminação e impacto dramático, conforme o projeto avança.

A jogabilidade prioriza itens para progressão, sem sistema de níveis típico de RPG. Bombas, bumerangue e arco abrem caminhos e resolvem puzzles, mantendo o fluxo de exploração sem depender de combate excessivo.

O mundo é 100% aberto, com eras distintas da mesma região. A expansão ocorre por meio de ferramentas adquiridas ao longo da aventura, que promete mais de 40 horas de jogo, incluindo dungeons espalhadas pelo mapa.

O combate é simples, com ataques leves e pesados e uso de escudo. O sistema utiliza vigor para defesas e favorece a alternância entre armas e efeitos dos fragmentos Magicites, que potencializam builds.

Entre observações, destacam-se a repetição de inimigos como ponto a melhorar. A ausência de localização para o português do Brasil também é mencionada como limitante para parte do público.

A Square Enix confirmou lançamento em PS5 Pro, Switch 2, Xbox Series S|X e PC. O jogo continua disponível para quem busca experiência que recorre a referências de Zelda e Mana, com foco em exploração e narrativa.

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