Em Alta Copa do Mundo NotíciasPessoasAcontecimentos internacionaisPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Kotaku analisa The Adventures of Elliot: The Millennium Tales

Crítica elogia mecânica e exploração do mundo, mas critica roteiro previsível e personagens unidimensionais que prejudicam a experiência

© Square Enix, Kotaku
0:00
Carregando...
0:00
  • The Adventures of Elliot é um RPG de ação top-down, com Elliot como aventureiro e Faie, a fada, como parceria opcional em co‑op, com dependência de armas variadas e upgrades chamados Magicite.
  • O jogo permite explorar quatro idades por meio de viagem no tempo, com dungeons, tesouros e melhorias espalhados por todo o mundo, que se apresenta relativamente repetitivo entre as eras.
  • A mecânica é elogiada pela variedade de armas e pelos efeitos dos Magicite, incentivando o uso de todo o arsenal, ainda que haja desejo por mais opções.
  • A narrativa é criticada por personagens mal desenvolvidos e enredo previsível, apesar de alguns toques de construção de mundo e de uma jornada mais íntima rumo ao desfecho verdadeiro.
  • Em conjunto, o título entrega boa execução de gameplay, mas, segundo a crítica, corta arestas de narrativa em comparação com trabalhos anteriores da Team Asano.

The Adventures of Elliot: The Millennium Tales teve sua análise publicada pela Kotaku, avaliando a obra com foco no que acontece, quem envolve, quando, onde e por quê. O texto descreve o jogo como um RPG de ação em visão de cima, centrado no personagem Elliot e numa fada chamada Faie.

A crítica detalha que Elliot parte de uma jornada simples em uma terra chamada Philabieldia, evoluindo para uma missão de salvar o reino após traições e revelações de passado. A análise observa a progressão de fases, a exploração de quatro eras e o uso de viagens no tempo para avançar na história.

O texto considera a mecânica de combate variada, com várias armas e um sistema de upgrades chamado Magicite, que amplia o leque de efeitos e incentiva o uso do arsenal completo. O jornal destaca também a cooperação opcional com Faie, que pode ser controlada por segundo jogador.

A reportagem aponta que, apesar de o mundo abrir rapidamente, a ambientação entre eras se mostra repetitiva, com pouca mudança nos ambientes além de algumas áreas-chave. Monstros e laços narrativos mantêm consistência entre as eras, segundo a avaliação.

A análise elogia momentos de construção de mundo em missões paralelas, onde o jogador precisa inferir acontecimentos. Contudo, o tom crítico ressalta que a história é previsível e que o enredo não foge de clichês comuns de RPG, com atores secundários pouco desenvolvidos.

A avaliação conclui que o título entrega boa execução mecânica e diversão no gameplay, embora sacrifique parte da veia narrativa presente em trabalhos anteriores da equipe. O texto compara a abordagem com outros jogos de estúdio, destacando a diferença entre jogabilidade solo e a narrativa enganadora de risco.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais