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Rise of the Tomb Raider envelhece bem, mas port para Switch 2 decepciona

Rise of the Tomb Raider no Switch 2 chega com conteúdo completo e preço atrativo, mas sofre com 30 quadros por segundo e pop-in, limitando a experiência

Rise of the Tomb Raider envelheceu como vinho, mas port no Switch 2 deixa a desejar
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  • Rise of the Tomb Raider chegou ao Nintendo Switch 2 em versão completa, com DLCs e todo o conteúdo, após o anúncio na última Nintendo Direct.
  • A dublagem em português brasileiro está incluída, o que facilita a imersão, especialmente para quem não jogou antes.
  • O port mantém a jogabilidade e o ritmo da campanha, com exploração, combate e enigmas ainda atraentes mesmo após mais de uma década.
  • O principal problema fica técnico: o jogo roda a 30 quadros por segundo, com quedas ocasionais e pop-in de texturas, prejudicando a fluidez em momentos de ação.
  • Apesar disso, o pacote oferece bom valor, com preço na casa de R$ 120 e o conteúdo completo como vantagem, mas a otimização poderia ser mais apurada.

Rise of the Tomb Raider chega ao Nintendo Switch 2 em versão completa, com DLCs e preço atrativo, mas expõe limitações técnicas do console. O lançamento ocorreu durante a última Nintendo Direct, como shadow drop para os donos do Switch 2.

O jogo original de 2015, segundo capítulo da trilogia Survivor, se apresenta no híbrido com a experiência completa, incluindo expansões Baba Yaga, Blood Ties e Cold Darkness Awakened. A edição traz dublagem em português brasileiro.

A missão de Lara Croft continua na Sibéria, na busca pela cidade perdida de Kitezh, enfrentando a organização Trinity. A narrativa ganha tom mais pessoal, com ação cinematográfica e foco em enigmas e exploração.

O Voxel testou o port via chave cedida pela Aspyr, responsável pela adaptação. A impressão inicial é positiva: Rise of the Tomb Raider permanece divertido e atual, mesmo após mais de uma década.

Desempenho técnico no Switch 2

Entretanto, a qualidade da adaptação distrai do que a obra original já entrega. A 30 quadros por segundo persiste no modo portátil e no Dock, com quedas ocasionais em momentos de ação intensa.

O pop-in de texturas também aparece em áreas abertas, prejudicando a imersão. Os loadings aparecem em diversos cenários, tanto na tela do console quanto na TV, impactando a fluidez da experiência.

Essa fraqueza técnica parece mais relacionada à otimização do port do que às limitações do hardware. O Switch 2 já mostrou capacidade para títulos ambiciosos quando há bom trabalho de ajuste.

Apesar dos gargalos, a experiência permanece sólida para fãs que apreciam narrativa single-player e exploração, com a vantagem de ter todos os DLCs disponíveis no pacote.

O valor atual fica em torno de R$ 120, oferecendo muito conteúdo pelo preço, o que atrai players que não acompanharam a era original de Lara Croft. Ainda assim, o port poderia ter sido mais refinado.

O Switch 2 demonstra que pode entregar jogos mais exigentes com a devida otimização. Rise of the Tomb Raider confirma qualidade da campanha, mas evidencia a necessidade de melhorias para o hardware híbrido.

A avaliação final do port aponta pontos positivos como a história envolvente, o gunplay variado e a dublagem em PT-BR, aliados a um ritmo equilibrado de exploração e combate.

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