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Dez jogos indie no estilo Hollow Knight com propostas melhores

Seleção reúne dez metroidvanias indie aclamadas pela crítica, destacando exploração profunda, combate técnico e notas altas para fãs de Hollow Knight

Ori and The Will of The Wisps é a sequência de Ori and The Blind Forest — Foto: Divulgação/Moon Studios
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  • Ori and the Will of the Wisps (2020) — Metroidvania de aventura, desenvolvido pela Moon Studios; disponível em PC, PlayStation 4, Xbox Series X/S, Xbox One e Nintendo Switch; aclamação da crítica, nota alta no Metacritic.
  • Nine Sols (2024) — Metroidvania de ação, desenvolvido pela Red Candle Games; disponível em PC, PlayStation 5, Xbox Series X/S e Nintendo Switch; nota no Metacritic acima de oitenta e OpenCritic em destaque, estilo taopunk.
  • Animal Well (2024) — Metroidvania de puzzle e exploração, desenvolvido pela Shared Memory; disponível em PC, PlayStation 5, Xbox Series X/S e Nintendo Switch; foco em exploração e segredos, notas altas na crítica.
  • Blasphemous 2 (2023) — Metroidvania e soulslike, desenvolvido pela The Game Kitchen; disponível em PC, PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X/S, Xbox One e Nintendo Switch; nota elevada no Metacritic.
  • Ender Lilies: Quietus of the Knights (2021) — Metroidvania e RPG de ação, desenvolvido por adglobe e Live Wire; disponível em PC, PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X/S e Nintendo Switch; alta recepção da crítica, notas no Metacritic e OpenCritic.

Ori and the Will of the Wisps e Nine Sols aparecem entre os títulos listados como exemplos de metroidvanias aclamadas, consolidadas por críticas e público. A seleção reúne opções independentes que enfatizam exploração, combate e estilos visuais marcantes, sem seguir uma única fórmula.

A lista prioriza obras com notas altas no Metacritic e OpenCritic, além de propostas que trazem variações de tema, art style e mecânicas. Entre os aspectos destacam-se mundos interconectados, desbloqueios de habilidades, e a combinação de elementos de ação, plataforma e quebra-cabeças.

Seleção de jogos

Ori and the Will of the Wisps (2020) é a sequência de Ori and the Blind Forest. Desenvolvido pela Moon Studios, acompanha Ori em Niwen, buscando a amiga Ku após uma tempestade. Exploração, chefes desafiadores e regiões inacessíveis marcam a progressão. Nota de 90 no Metacritic.

A direção artística destaca cenários detalhados, animações fluidas e trilha sonora marcante. A crítica o reconhece como um dos melhores jogos de plataforma e aventura da atualidade. Onde jogar: PC, PS4, Xbox Series X/S, Xbox One e Switch.

Nine Sols (2024) combina exploração, combate desafiador e uma ambientação taopunk inspirada na mitologia asiática. Desenvolvido pela Red Candle Games, apresenta um mundo desenhado à mão, com lutas que exigem parries e contra-ataques ao estilo soulslike. Nota 84 no Metacritic e 86 no OpenCritic.

O enredo segue Yi, guerreiro despertado após longos sonhos, em um reino governado pelos Nove Sols. O título é elogiado pela direção artística, narrativa envolvente e mecânicas de combate. Onde jogar: PC, PS5, Xbox Series X/S e Switch.

Animal Well (2024) oferece uma abordagem de puzzle e exploração sem foco em combate direto. Criado quase que inteiramente por Billy Basso, coloca o jogador em um labirinto subterrâneo com segredos e encontros inusitados. A progressão depende da observação e da descoberta.

A estética em pixel art com iluminação dinâmica é um de seus grandes atrativos. O jogo recebeu 91 no Metacritic e 89 no OpenCritic, consolidando-se como referência para fãs do estilo. Onde jogar: PC, PS5 e Switch.

Blasphemous 2 (2023) amplia a fórmula sombria da série, mantendo o Penitente em uma jornada com temas religiosos, criaturas grotescas e cenários inspirados na arte sacra. Desenvolvido pelo The Game Kitchen, o título traz novas habilidades de movimentação e exploração fluida.

A direção artística em pixel art permanece intensa, com foco em atmosferas perturbadoras. A recepção foi positiva, com 84 no Metacritic, consolidando a obra entre as melhores metroidvanias de fantasia sombria. Onde jogar: PC, PS5, PS4, Xbox Series X/S, Xbox One e Switch.

Ender Lilies: Quietus of the Knights (2021) une exploração, combate estratégico e uma narrativa melancólica. Adaptado pela adglobe e Live Wire, acompanha Lily pelo País do Fim, dominado pela Chuva da Morte. O sistema de combate usa espíritos aliados e 26 habilidades distintas.

A ambientação é elogiada pela direção artística, animações e trilha sonora. Nota 86 no Metacritic e 85 no OpenCritic. Onde jogar: PC, PS5, PS4, Xbox Series X/S e Switch.

Ultros (2024) se destaca pela identidade visual psicodélica e pela mecânica de loops temporais. Desenvolvido pela Hadoque, o jogo ocorre na nave Sarcófago, com progresso que depende de plantas cultivadas para alterar o ecossistema e abrir novos caminhos. Recepção positiva entre críticos.

A direção de arte ficou entre os pontos fortes, assim como a proposta criativa. Notas: 81 no Metacritic e 79 no OpenCritic. Onde jogar: PC, PS5, PS4, Xbox Series X/S e Switch.

Grime (2021) mistura metroidvania com elementos de soulslike, apresentando Vessel, uma criatura de pedra que absorve a essência de inimigos derrotados. Desempenho estético e mundo surreal se combinam a um combate baseado em parries para obter novas habilidades. Nota 81 no Metacritic e 81 no OpenCritic.

A ambientação perturbadora e o design de inimigos ajudam na construção de uma experiência distinta dentro do gênero. Onde jogar: PC, PS5, PS4, Xbox Series X/S, Xbox One e Switch.

Haiku, the Robot (2022) é uma porta de entrada acessível ao gênero. Acompanha o robô Haiku numa exploração pelo reino Arcadia, com mapa conectado, segredos e desbloqueio de habilidades. O combate é simples, com profundidade suficiente para manter o desafio.

A direção artística é desenhada à mão, com atmosfera cativante e trilha sonora envolvente. Nota 79 no Metacritic. Onde jogar: PC e Switch.

Axiom Verge 2 (2021) foca na exploração e na resolução de enigmas, em uma narrativa que envolve a personagem Indra Chaudhari e o mundo de Kiengir. A mecânica da Fenda, um universo paralelo, amplia as possibilidades de progressão e solução de desafios.

O jogo mantém o foco na construção de mundo e na ambientação de ficção científica. Notas: 76 no Metacritic e 78 no OpenCritic. Onde jogar: PC, PS5, PS4 e Switch.

Crowsworn (a ser anunciado) é aguardado por fãs de Hollow Knight e Bloodborne. Desenvolvido pela Mongoose Rodeo, o jogo se passa em Fearanndal, com combate dinâmico e exploração em mapa interconectado. A direção artística mistura elementos góticos e pesadelos.

Ainda sem data de lançamento confirmada, já aparece entre os títulos mais esperados do gênero. Estão previstos PC, Mac, Linux, PS5, Xbox Series X/S e Switch, com possibilidade de entrada no Xbox Game Pass. Onde jogar: plataformas ainda a definir.

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