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Resonance: A Plague Tale Legacy une ação ao estilo Tomb Raider

Resonance: A Plague Tale Legacy amplia o foco em combate, exploração e quebra-cabeças, na ilha do Minotauro, com tom que lembra Tomb Raider

Resonance: A Plague Tale Legacy abraça ação e estilo de Tomb Raider
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  • Resonance: A Plague Tale Legacy coloca Sophia como protagonista, 15 anos antes de Requiem, misturando mitologia grega, exploração, combate corpo a corpo e puzzles.
  • O destaque fica na Ilha do Minotauro, com capítulos que exploram ruínas antigas, ambientes detalhados e narrativa que conecta passado e presente.
  • O jogo muda o foco da franquia para o combate, com uso de espada, adaga, gancho e sequências de execução, mantendo puzzles ambientais.
  • Elementos de RPG aparecem na progressão de habilidades e na equipagem de itens, oferecendo caminhos diferentes sem perder o ritmo.
  • O lançamento está marcado para 27 de agosto no PC, PS5 e Xbox Series S e X, com pré-venda já disponível.

Resonance: A Plague Tale Legacy derruba parte da furtividade da série para priorizar combate, exploração e puzzles em uma aventura que lembra Tomb Raider em vários momentos. O jogo é ambientado 15 anos antes de Requiem e tem Sophia como protagonista.

Durante uma apresentação, testei cerca de uma hora no PC, com tutorial de combate seguido por dois capítulos da campanha. A demonstração deixou claro o foco em ação, mistério e exploração single-player.

Ilha do Minotauro como palco central

Os capítulos se passam na enigmática Ilha do Minotauro. Sophia e a parceira Leni exploram ruínas, enfrentam inimigos e investigam segredos da ilha em busca de respostas. O quinto capítulo alterna passado medieval com a civilização minoica.

No sexto capítulo, a protagonista enfrenta uma área subterrânea com uma ameaça maior, aprofundando a narrativa e expandindo os mistérios da ilha. Cenários são ricos em detalhes e o acabamento visual impressiona.

Exploração, puzzles e mecânicas

A ambientação chama atenção de cara: ambientes detalhados, construções antigas e personagens com visual realista mostram evolução gráfica da série. Puzzles ambientais aparecem com variações de ritmo ao longo da campanha.

Entre os recursos, destaca-se uma esfera minoica que manipula a luz. O artefato é usado para desbloquear portas, encontrar símbolos e avançar nos capítulos. Os enigmas são simples, porém estimulantes.

Combate como mudança principal

Diferente dos títulos anteriores, Resonance coloca o combate em foco. Sophia usa espada, adaga, gancho e técnicas de esquiva para enfrentar adversários com escudos e diferentes tamanhos.

As cenas de combate trazem várias animações de execução. Em batalhas maiores, o sistema parece menos refinado, mas funciona bem em confrontos menores ou com inimigos agrupados.

Progressão e elementos de RPG

O jogo traz uma árvore de habilidades que desbloqueia melhorias na jogabilidade. Itens equipáveis fortalecem habilidades da protagonista, oferecendo sensação constante de progressão sem alterar o ritmo.

Essa camada de RPG permite diferentes caminhos que impactam o combate e a estratégia de abordagem dos inimigos. A progressão parece balanceada para quem explora o mapa.

Narrativa presente, ritmo ainda irregular

A história mantém a identidade de A Plague Tale. Em alguns momentos, Sophia alterna entre a Idade Média e a civilização minoica, criando uma dupla linha temporal que instiga o mistério.

A ligação entre passado e presente revela o que aconteceu na ilha e o legado do pai de Sophia. Mesmo com pouco tempo de gameplay, a trama prende e desperta curiosidade.

Pontos a melhorar

Alguns caminhos abertos geraram frustração ao levar a mortes desnecessárias ou a sensação de falta de liberdade. Em áreas mais amplas, a similaridade entre cenários tornou a localização do caminho correto mais complexa.

O diário do jogo oferece pistas úteis para retomar a progressão. Esse aspecto pode ser refinado no desenvolvimento final.

Perspectivas e data de lançamento

Mesmo com conteúdo limitado, Resonance deixa boa impressão ao combinar exploração, mistério e ação com o estilo da franquia. O tom lembra Tomb Raider em certos momentos, sem perder a identidade de A Plague Tale.

Se mantiver ritmo, variedade de cenários e refinamento do combate, o título pode se tornar uma das melhores aventuras solo de 2026. Resonance chega em 27 de agosto para PC, PS5 e Xbox Series S|X. O jogo já está em pré-venda.

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