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Exposição sobre a história do videogame reúne itens raros

Exposição Player 1 reúne 115 relíquias do maior colecionador brasileiro para contar a história do videogame, de Magnavox Odyssey a Zeebo, em São Paulo

Farol Santander recebe a exposição 'Player 1', que reúne raridades do maior colecionador brasileiro para contar a história do videogame
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  • Exposição Player 1, no Farol Santander, reúne 115 peças que ajudam a contar a história do videogame, em cerca de 200 m².
  • A mostra destaca itens raros e icônicos, incluindo o Magnavox Odyssey (1972), o Power Glove (1989), o Virtual Boy (1995), o Apple Pippin (1996) e o Zeebo (2009).
  • O acervo é pertencente ao colecionador Alex Mamed, considerado o maior retrogamer do Brasil, que empresta as peças pela primeira vez com tratamento museológico.
  • A curadoria destaca a nostalgia e a evolução dos consoles, com peças em redomas e texto expositivo simples, em ambiente com iluminação de LED.
  • Serviço: Farol Santander, São Paulo, até 20 de setembro, de terça a domingo, das 9h às 20h; ingressos a 45 reais (inteira) e 22,50 reais (meia).

A exposição Player 1 chega ao Farol Santander, no centro de São Paulo, apresentando 115 itens do maior colecionador brasileiro de videogames. A mostra fica em cartaz até 20 de setembro, destacando desde o Magnavox Odyssey, de 1972, até consoles contemporâneos, com foco em peças raras e curiosidades do acervo particular.

Os objetos foram tratados como obras de arte, abrigados em redomas e acompanhados de texto expográfico que organiza as peças por gerações. O objetivo é resgatar a história dos videogames em uma ambientação mais imersiva, sem utilizar cubos brancos tradicionais. A curadoria fica a cargo de Antonio Curti, que também atua como criador de conteúdo sobre jogos.

A curadoria ressalta que a seleção privilegia equipamentos dedicados exclusivamente ao jogo, destacando a evolução tecnológica, a cultura do fandom e momentos marcantes da indústria. O acervo pertence ao colecionador Alex Mamed, de 52 anos, que leva há mais de 30 anos sua coleção para exposições. O material fica em 200 m² de exposição.

Além das peças icônicas, a mostra apresenta itens considerados “loucos” ou fracassos históricos, como o Virtual Boy e o Pippin, medindo contraste com consoles clássicos como Master System, Nintendo 64, Xbox e PlayStation 3. A narrativa busca situar o público sobre os obstáculos enfrentados pela indústria no passado.

A montagem também traz experiências interativas, como conceitos de jogabilidade que não exigem acionamento dos aparelhos, para evitar uso comercial de imagem. Duas instalações, Drift e Rush, propõem novas formas de interação, inspirado em sensores de movimento e no conceito de speedrun.

Destaques da Player 1

  • Magnavox Odyssey (1972): marco inicial, com três pontos brancos em fundo preto.
  • Power Glove (1989): luva com sensores de movimento para controlar jogos.
  • Virtual Boy (1995): óculos de realidade virtual com gráficos em preto e vermelho.
  • Apple Pippin (1996): tentativa da Apple de entrar no mercado de games.
  • Zeebo (2009): projeto da Tectoy com Qualcomm, que priorizou jogos via rede 3G.

Serviço – Exposição Player 1

  • Onde: Farol Santander, Rua João Brícola, 24, Centro, São Paulo
  • Data: até 20 de setembro
  • Horário: ter. a dom., 9h-20h
  • Ingressos: R$ 45 (inteira) / R$ 22,5 (meia)
  • Classificação: livre

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