- O Sampa Sky, mirante com chão de vidro a cerca de 150 metros de altura, chega ao centro de São Paulo no 42º andar do Mirante do Vale e começa a funcionar em oito de agosto.
- O espaço terá dois deques de vidro: um sobre o viaduto Santa Ifigênia e outro na face leste, com vista para o vale do Anhangabaú e para a avenida Prestes Maia.
- Os deques são protegidos por quatro camadas de vidro e três de polivinil butiral, suportando até trinta toneladas.
- Os ingressos já podem ser adquiridos online; quem comprar até sete de outubro paga R$ 30 pela visita, com crianças até oito anos não pagas. Há venda para visitas até trinta de novembro.
- As sessões ocorrem a cada trinta minutos, não há tempo limite de permanência e a capacidade é de até quatrocentas pessoas, com restrições durante a pandemia.
O mirante Sampa Sky chega ao centro de São Paulo, oferecendo chão de vidro a cerca de 150 metros de altura. O espaço fica no 42º andar do Mirante do Vale e começa a funcionar em 8 de agosto. O projeto envolve estrutura de vidro e condições de segurança.
Os decks externos funcionam como uma espécie de aquário suspenso, com paredes e piso transparentes. Duas áreas distintas devem oferecer vista para o vale do Anhangabaú e para a avenida Prestes Maia. Os responsáveis destacam resistência de até 30 toneladas.
Ingressos já podem ser comprados online nesta sexta-feira (16). Quem adquirir até 7 de outubro paga R$ 30 pela visita, com venda válida para visitas até 30 de novembro. Crianças até oito anos não pagam.
Funcionamento e logística
As sessões ocorrem a cada 30 minutos, com data e horário pré-definidos no ato da compra. Não há tempo máximo de permanência registrado, permitindo observar a cidade por períodos prolongados. A capacidade é de até 400 pessoas, com controle de fluxo.
Além do mirante, há um café na entrada para quem quiser se preparar antes da experiência. A proposta foi inspirada no Skydeck de Chicago, similar ao conceito aplicado em outros prédios ao redor do mundo.
Observações de segurança
Os deques possuem quatro camadas de vidro na base e três de polivinil butiral, oferecendo reforço estrutural. Mesmo com altura elevada, os organizadores ressaltam a importância do uso de máscara devido ao contexto sanitário vigente.
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