- A Pinacoteca de São Paulo apresenta a exposição Modernismo. Destaques do Acervo, com 134 obras de modernistas e artistas de diferentes movimentos, buscando uma reflexão crítica sobre a Semana de Arte Moderna de 1922.
- A mostra relaciona a São Paulo de 1922 com a cidade contemporânea, destacando questões históricas, culturais e o movimento modernista no contexto atual.
- O percurso reúne obras de 1920 a 1950 distribuídas em dezenove salas, com destaques como Antropofagia (Tarsila do Amaral), Auto-Retrato (Victor Brecheret), Bananal (Lasar Segall), Casal na Varanda (Cícero Dias), Dois Irmãos (Ismael Nery) e São Paulo (Tarsila do Amaral).
- As obras se integram ao acervo de mil itens de diferentes momentos, sinalizadas para evidenciar o panorama do modernismo na primeira metade do século XX, formando um percurso entre movimentos e artistas diversos.
- Desde o ano passado, a instituição promoveu debates em parceria com o Instituto Moreira Salles e o Museu de Arte Contemporânea da USP, com vídeos disponíveis no site da Pinacoteca para estimular o pensamento crítico sobre o tema.
A Pinacoteca de São Paulo apresenta a mostra Modernismo. Destaques do Acervo, reunindo 134 obras de artistas modernistas em diálogo com coletivos de diferentes movimentos. A exposição questiona a Semana de Arte Moderna de 1922 sob uma perspectiva histórica e crítica, conectando-a ao contexto atual da cidade.
O mote do projeto é promover reflexão sobre o que a Semana de 22 significou para a cultura brasileira. A curadoria reúne trabalhos de Tarsila do Amaral, Anita Malfatti, Mário de Andrade e outros nomes, organizados em 19 salas que percorrem o período de 1920 a 1950. A iniciativa integra o acervo com peças de diferentes momentos.
A diretoria da Pinacoteca destaca que a mostra não é apenas uma celebração, mas uma revisão histórica. A ideia é compreender a Semana de 22 como catalisador de transformação e renovação de linguagem, contextualizando suas obras dentro de um processo cultural amplo.
Contexto e organização curatorial
A curadoria apresenta 134 obras de Di Cavalcanti, Lasar Segall e Ismael Nery, entre outros, aliadas a cerca de mil peças de diferentes fases do acervo. As obras são sinalizadas com selos para facilitar a leitura histórica do movimento modernista.
Segundo o curador José Augusto Ribeiro, a mostra visa explorar produções prévias e posteriores à Semana de 1922, ampliando o entendimento sobre o tema. A disposição das obras favorece um percurso que alterna movimentos, épocas e artistas.
O visitante acompanha obras como Antropofagia e São Paulo, entre outras, com destaque para esculturas e retratos. As peças estão distribuídas entre salas específicas, incluindo o átrio de esculturas, privilegiando um diálogo entre diferentes formatos da expressão artística.
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