Em Alta Copa do Mundo NotíciasPessoasAcontecimentos internacionaisConflitosPolítica

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Semana abre caminhos para a arte brasileira

Pinacoteca de São Paulo apresenta 134 obras para revisitar a Semana de 1922, buscando leituras atuais sobre modernismo e memória histórica

Montagem feita por Guilherme Castro/Jornal da USP com imagens de Isabella Matheus, Flickr e Unsplash
0:00
Carregando...
0:00
  • A Pinacoteca de São Paulo apresenta a exposição Modernismo. Destaques do Acervo, com 134 obras de modernistas e artistas de diferentes movimentos, buscando uma reflexão crítica sobre a Semana de Arte Moderna de 1922.
  • A mostra relaciona a São Paulo de 1922 com a cidade contemporânea, destacando questões históricas, culturais e o movimento modernista no contexto atual.
  • O percurso reúne obras de 1920 a 1950 distribuídas em dezenove salas, com destaques como Antropofagia (Tarsila do Amaral), Auto-Retrato (Victor Brecheret), Bananal (Lasar Segall), Casal na Varanda (Cícero Dias), Dois Irmãos (Ismael Nery) e São Paulo (Tarsila do Amaral).
  • As obras se integram ao acervo de mil itens de diferentes momentos, sinalizadas para evidenciar o panorama do modernismo na primeira metade do século XX, formando um percurso entre movimentos e artistas diversos.
  • Desde o ano passado, a instituição promoveu debates em parceria com o Instituto Moreira Salles e o Museu de Arte Contemporânea da USP, com vídeos disponíveis no site da Pinacoteca para estimular o pensamento crítico sobre o tema.

A Pinacoteca de São Paulo apresenta a mostra Modernismo. Destaques do Acervo, reunindo 134 obras de artistas modernistas em diálogo com coletivos de diferentes movimentos. A exposição questiona a Semana de Arte Moderna de 1922 sob uma perspectiva histórica e crítica, conectando-a ao contexto atual da cidade.

O mote do projeto é promover reflexão sobre o que a Semana de 22 significou para a cultura brasileira. A curadoria reúne trabalhos de Tarsila do Amaral, Anita Malfatti, Mário de Andrade e outros nomes, organizados em 19 salas que percorrem o período de 1920 a 1950. A iniciativa integra o acervo com peças de diferentes momentos.

A diretoria da Pinacoteca destaca que a mostra não é apenas uma celebração, mas uma revisão histórica. A ideia é compreender a Semana de 22 como catalisador de transformação e renovação de linguagem, contextualizando suas obras dentro de um processo cultural amplo.

Contexto e organização curatorial

A curadoria apresenta 134 obras de Di Cavalcanti, Lasar Segall e Ismael Nery, entre outros, aliadas a cerca de mil peças de diferentes fases do acervo. As obras são sinalizadas com selos para facilitar a leitura histórica do movimento modernista.

Segundo o curador José Augusto Ribeiro, a mostra visa explorar produções prévias e posteriores à Semana de 1922, ampliando o entendimento sobre o tema. A disposição das obras favorece um percurso que alterna movimentos, épocas e artistas.

O visitante acompanha obras como Antropofagia e São Paulo, entre outras, com destaque para esculturas e retratos. As peças estão distribuídas entre salas específicas, incluindo o átrio de esculturas, privilegiando um diálogo entre diferentes formatos da expressão artística.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais