A estética maximalista, que remonta ao século XVII, está ressurgindo nas passarelas, com marcas como Valentino, Prada e Ashish adotando essa abordagem. O momento econômico atual, marcado por dificuldades pós-Covid-19, favorece essa tendência, que contrasta com o minimalismo popularizado por séries como “Succession”. A curadora Melissa Marra-Alvarez destaca que a moda alterna entre essas duas […]
A estética maximalista, que remonta ao século XVII, está ressurgindo nas passarelas, com marcas como Valentino, Prada e Ashish adotando essa abordagem. O momento econômico atual, marcado por dificuldades pós-Covid-19, favorece essa tendência, que contrasta com o minimalismo popularizado por séries como “Succession”. A curadora Melissa Marra-Alvarez destaca que a moda alterna entre essas duas estéticas, refletindo o clima social e político de cada época.
Nas redes sociais, o maximalismo se torna mais acessível e teatral, atingindo um público diversificado. A influenciadora Jaclyn, com 1,2 milhão de seguidores no TikTok, descreve seu estilo como uma “exibição de arte”, desafiando as normas de vestuário com suas combinações ousadas. Myra Magdalen, outra criadora de conteúdo, compartilha suas experiências com peças pesadas e técnicas de fixação, mostrando que a experimentação é parte da diversão.
Para quem deseja explorar o maximalismo, a estilista Kristine Kilty sugere começar com uma peça de destaque de brechós e usar a paleta de cores para compor o restante do look. Ela enfatiza que “mais é mais”, encorajando as pessoas a não hesitarem em expressar sua criatividade. Tanto Jaclyn quanto Myra utilizam roupas de segunda mão, aproveitando plataformas online para encontrar itens únicos que complementam seus visuais.
A confiança que essas jovens encontram em suas escolhas de moda se reflete em suas vidas diárias. Jaclyn menciona que seu estilo maximalista ajudou a lidar com inseguranças, enquanto Myra observa que sua abordagem influenciou positivamente seu círculo social. Kilty acredita que a moda deve inspirar confiança e criatividade, seja através de silhuetas elegantes ou combinações ousadas, incentivando todos a “não se segurar”.
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