Na terceira coleção do time de estilo da Chanel, que antecede a estreia de Matthieu Blazy em outubro, foram apresentadas novas interpretações do icônico conjunto de tweed. A grife apostou em minissaias confeccionadas com esse material, combinadas às tradicionais jaquetas, trazendo um ar mais fresco e contemporâneo. A presença de Kylie Jenner na fila A […]
Na terceira coleção do time de estilo da Chanel, que antecede a estreia de Matthieu Blazy em outubro, foram apresentadas novas interpretações do icônico conjunto de tweed. A grife apostou em minissaias confeccionadas com esse material, combinadas às tradicionais jaquetas, trazendo um ar mais fresco e contemporâneo. A presença de Kylie Jenner na fila A destacou a relevância da coleção, onde ela usou um conjunto com uma minissaia drapeada e cintos de correntes, evidenciando a modernidade do design.
O tweed, que antes era exclusivo para roupas masculinas, foi introduzido por Gabrielle Chanel na década de 1920, tornando-se uma de suas marcas registradas. A estilista se inspirou nas vestimentas de seu parceiro, o duque de Westminster, para criar peças que se tornaram sinônimo de sofisticação. Originalmente produzido em uma fábrica na Escócia, o tecido passou a ser fabricado no norte da França nos anos 1930, em versões ainda mais luxuosas, à medida que as jaquetas de tweed ganhavam popularidade.
O desfile apresentou uma variedade de minissaias que se destacaram, refletindo a evolução do tweed e sua adaptação às tendências atuais. A coleção reafirma a capacidade da Chanel de reinventar seus clássicos, mantendo a essência que a consagrou ao longo das décadas. As minissaias, em particular, mostram como a marca continua a dialogar com o contemporâneo, sem perder sua identidade histórica.
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