A semana de moda de Nova York, realizada de 6 a 11 de fevereiro, apresentou as tendências de outono-inverno 2025 de mais de 50 marcas, incluindo Carolina Herrera e Luar. O grande destaque foi o retorno da Calvin Klein às passarelas, após seis anos fora, desde a saída do diretor criativo Raf Simons em 2018. […]
A semana de moda de Nova York, realizada de 6 a 11 de fevereiro, apresentou as tendências de outono-inverno 2025 de mais de 50 marcas, incluindo Carolina Herrera e Luar. O grande destaque foi o retorno da Calvin Klein às passarelas, após seis anos fora, desde a saída do diretor criativo Raf Simons em 2018. Sob a direção de Veronica Leoni, a coleção trouxe casacos longos e uma paleta de cores neutras, como cinza, preto e branco, homenageando o legado da marca.
Veronica Leoni, a primeira mulher a liderar a direção criativa da Calvin Klein, afirmou: “Nos inspiramos nos arquivos, mas não na nostalgia”. A stylist Manu Carvalho elogiou a coleção, destacando a “natureza da marca” com suas linhas precisas e modelagens oversized. O desfile foi marcado por camadas de sobreposição, refletindo uma nova abordagem estética.
Outro momento significativo foi o desfile-manifesto da Luar, onde o estilista Raul Lopez ressignificou a discriminação ao nomear sua coleção de El Pato, uma expressão homofóbica comum na América Latina. Além disso, as cores vibrantes de Christopher John Rogers, as formas inovadoras de Thom Browne, as flores de Carolina Herrera e a roupa de trabalho de Michael Kors também se destacaram.
A edição deste ano foi marcada por uma fusão de estilos, incluindo minimalismo, esportivo e casual, refletindo a essência da moda americana. Manu Carvalho concluiu que esses elementos estiveram presentes de forma significativa, mostrando a diversidade e a evolução das propostas apresentadas nas passarelas.
Entre na conversa da comunidade