O inverno é a época ideal para saborear pratos quentes e vinhos encorpados. Para os amantes do vinho, a temporada traz a oportunidade de experimentar rótulos mais robustos, geralmente com preços mais elevados devido ao tempo de envelhecimento. Um destaque é o Granza, um vinho orgânico da bodega Matarromera, que custa pouco mais de 10 […]
O inverno é a época ideal para saborear pratos quentes e vinhos encorpados. Para os amantes do vinho, a temporada traz a oportunidade de experimentar rótulos mais robustos, geralmente com preços mais elevados devido ao tempo de envelhecimento. Um destaque é o Granza, um vinho orgânico da bodega Matarromera, que custa pouco mais de 10 euros e é considerado um excelente custo-benefício. Outro vinho interessante é o Origen, da Conca de Barberá, que homenageia a tradição vinícola da região e combina bem com guisados.
A variedade mencía também merece atenção, especialmente um tinto recém-lançado que custa oito euros e é feito com uvas de um vinhedo específico. Este vinho, que deve ser aerado antes de ser servido, é descrito como um dos mais intrigantes da temporada. Em Jumilla, o projeto Aires de Arriba apresenta o Monastrell, um tinto potente, com apenas 6.000 garrafas produzidas, que destaca a recuperação de vinhedos em risco de extinção.
Na região de Toro, um vinho de 12 euros é resultado do trabalho de viticultores que resgatam pequenas vinhas locais. Outro tinto da mesma área, com preço em torno de 10 euros, é produzido em uma bodega recente e tem se destacado pela qualidade. Para quem prefere brancos, há opções como um verdejo de Rueda, que se destaca por sua seriedade e capacidade de harmonizar com pratos invernais, e um chardonnay de Rioja, raro e com apenas 6.000 garrafas disponíveis, que combina bem com diversas refeições.
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