Os vinhos tintos de Bordeaux, como Lafite, Margaux e Latour, são reconhecidos mundialmente por sua qualidade superior. Essas propriedades centenárias utilizam um blend de uvas renomadas, incluindo Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Merlot e Petit Verdot, que são nativas da região. O Médoc, considerado o coração de Bordeaux, se estende desde os arredores urbanos até as […]
Os vinhos tintos de Bordeaux, como Lafite, Margaux e Latour, são reconhecidos mundialmente por sua qualidade superior. Essas propriedades centenárias utilizam um blend de uvas renomadas, incluindo Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Merlot e Petit Verdot, que são nativas da região. O Médoc, considerado o coração de Bordeaux, se estende desde os arredores urbanos até as margens do Oceano Atlântico, acompanhando o estuário do Gironde.
Atualmente, a região é dividida em denominações como Médoc, Haut-Médoc e Listrac, além de sub-regiões como Margaux, Saint-Estèphe, Saint-Julien e Pauillac. A planície do Médoc, caracterizada por depósitos de cascalho aluviais e argilosos, abriga diversos châteaux que produzem os renomados vinhos tintos. Recentemente, uma proposta aprovada pelo INAO, liderada por Hélène Larrieu, visa incluir vinhos brancos na denominação, criando o Médoc Blanc.
Essa nova designação permitirá que os vinhos brancos da região deixem de ser classificados apenas como Bordeaux Blanc. Para serem considerados Médoc Blanc, os vinhos deverão envelhecer em barricas sobre suas borras por pelo menos seis meses e não poderão ser lançados antes de 31 de março do ano seguinte à colheita. As uvas permitidas incluem Sémillon, Sauvignon Blanc e Colombard, além de possíveis adições de Merlot Blanc, Ondenc e Mauzac.
Entre os melhores Médoc degustados recentemente, destacam-se o Clarendelle Médoc 2019, com preço de R$ 328,00, e o Baron Henri Médoc 2018, por R$ 298,00. Ambos são representativos da qualidade e tradição da vinicultura na região, que continua a evoluir com a introdução de novas denominações e estilos.
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