A passarela da Louis Vuitton, sob a direção de Nicholas Ghesquière, apresentou uma coleção vibrante para o inverno de 2025, inspirada na atmosfera de uma estação de trem. Florais vivos, saias de babado e mangas arredondadas coexistiram com looks utilitários e athleisure, refletindo a diversidade de estilos e a dinâmica do espaço. Os modelos desfilaram […]
A passarela da Louis Vuitton, sob a direção de Nicholas Ghesquière, apresentou uma coleção vibrante para o inverno de 2025, inspirada na atmosfera de uma estação de trem. Florais vivos, saias de babado e mangas arredondadas coexistiram com looks utilitários e athleisure, refletindo a diversidade de estilos e a dinâmica do espaço. Os modelos desfilaram com rapidez, simbolizando o movimento frenético dos viajantes.
A coleção também fez uma viagem no tempo, incorporando referências dos anos 20 e 80, além de elementos florais que marcaram a coleção de Ghesquière para a Balenciaga em 2008. A conexão com as raízes da maison, que começou com baús de viagem, foi evidente nos acessórios, como as bolsas Speedy e Keepall, disponíveis em vários tamanhos para diferentes tipos de viagem. Outros itens incluíram frasqueiras e porta-chapéus.
Entre os looks, destacou-se a figura da viajante festeira, que apareceu com botas western e um vestido esvoaçante, simbolizando a eclética proposta da coleção. A variedade de estilos e a mistura de referências temporais criaram uma narrativa rica e multifacetada, que se alinha com a tradição inovadora da marca.
A apresentação em Paris foi marcada por um desfile que não apenas exibiu moda, mas também capturou a essência da experiência de viajar. A coleção reflete a capacidade da Louis Vuitton de se reinventar, mantendo-se fiel à sua herança enquanto abraça a modernidade e a diversidade.
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