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Arbois Savagnin: a singularidade do vinho oxydatif elevado sob voile no Jura

O aquecimento global ameaça a produção do Arbois Savagnin, vinho oxydatif do Jura, dificultando o equilíbrio necessário para sua elaboração.

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O Arbois Savagnin é um vinho da região do Jura que enfrenta dificuldades por causa do aquecimento global. O produtor André-Jean Morin explica que as mudanças climáticas estão afetando a acidez e o pH das uvas, o que torna mais difícil fazer vinhos oxydatifs em alguns anos. Para produzir o Savagnin, é preciso que as uvas tenham alta acidez e baixo teor de açúcar, características que estão se tornando raras. Atualmente, as uvas estão com menos acidez e pH elevado, o que pode impedir a produção de vinhos oxydatifs em certas safras. O processo de envelhecimento do Arbois Savagnin envolve deixar o suco em barricas, onde as leveduras formam um véu que protege o vinho da oxidação, criando um sabor único.

O Arbois Savagnin, um vinho oxydatif da região do Jura, enfrenta desafios devido ao aquecimento global. O vigneron André-Jean Morin destaca que as mudanças climáticas impactam a acidez e o pH das uvas, dificultando a produção de vinhos oxydativos em alguns anos.

Morin, que cultiva vinhas orgânicas e biodinâmicas em seu domínio, explica que a produção de Savagnin requer um equilíbrio específico. Para obter um vinho oxydativo, é necessário que as uvas apresentem alta acidez e baixo teor de açúcar, características que estão se tornando raras.

Atualmente, o aquecimento global resulta em uvas com menor acidez e pH elevado, o que pode inviabilizar a produção de vinhos oxydativos em certas safras. Morin afirma que a qualidade do suco obtido na colheita é crucial para o processo de envelhecimento sob véu.

O método de envelhecimento do Arbois Savagnin envolve deixar o suco em barricas, onde as leveduras formam um véu que protege o vinho da oxidação. Essa técnica, que contrasta com os processos tradicionais, é fundamental para desenvolver o sabor único do vinho, tornando-o uma experiência singular.

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