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Schlumberger destaca tradição e inovação na produção de vinhos em Alsácia

Schlumberger, um dos maiores domínios da Alsácia, inova com o Clos Saint-Léger, buscando modernizar a imagem dos vinhos da região.

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Os irmãos Séverine e Thomas Schlumberger, da sétima geração da família, anunciaram a criação do Clos Saint-Léger, um vinho seco que mostra a complexidade do terroir da Alsácia. O domínio, fundado em 1810, é um dos maiores da região, com mais de 120 hectares de vinhedos, incluindo 70 hectares de Grands Crus. A história da família é marcada por expansões e inovações, como a ampliação da propriedade de 40 para 140 hectares após a Primeira Guerra Mundial. Eles destacam a importância de manter laços com outras partes da família que prosperaram em diferentes setores. O Clos Saint-Léger é um riesling que busca modernizar a imagem dos vinhos da Alsácia, utilizando práticas sustentáveis na vinificação. Séverine comenta que muitos gewurztraminers doces são de baixa qualidade e que é importante equilibrar a doçura. Thomas acredita que a região precisa melhorar a percepção de seus vinhos para torná-los mais desejáveis em restaurantes e mercados internacionais. A família está comprometida em elevar a reputação da Alsácia globalmente, aprendendo com o sucesso de vinhos de outros países e unindo os produtores para fortalecer a imagem da região em mercados emergentes.

Os irmãos Séverine e Thomas Schlumberger, representantes da sétima geração da família, anunciaram a criação do Clos Saint-Léger, um vinho seco que reflete a complexidade do terroir da Alsácia. O domínio, fundado em 1810, é um dos maiores da região, com mais de 120 hectares de vinhedos, incluindo 70 hectares de quatro Grands Crus.

A história da família Schlumberger é marcada por sucessivas expansões e inovações. Após a Primeira Guerra Mundial, o bisavô de Séverine e Thomas ampliou a propriedade de 40 para 140 hectares. A modernização continuou com o pai em 1971 e o tio, que investiu na infraestrutura da vinícola. Os irmãos destacam a importância de manter laços com outras branches da família, que prosperaram em diversos setores, incluindo petróleo e finanças.

O Clos Saint-Léger, uma parcela isolada do Kitterlé, foi inspirada no sucesso do gewurztraminer Cuvée Christine, um vinho doce popular nos anos 1980. A nova criação é um riesling que busca modernizar a imagem dos vinhos da Alsácia, mostrando que a região pode produzir vinhos de alta qualidade. A vinificação é feita com cuidado, utilizando práticas sustentáveis, como a colheita manual e o trabalho com cavalos.

Os irmãos também discutem a evolução da percepção dos vinhos da Alsácia. Séverine observa que muitos vinhos doces de gewurztraminer são de baixa qualidade e que é essencial equilibrar a doçura. Thomas menciona que a região precisa criar um reflexo positivo em torno de seus vinhos, tornando-os mais desejáveis em restaurantes e mercados internacionais.

A família Schlumberger está comprometida em elevar a reputação da Alsácia no cenário global, aprendendo com exemplos de sucesso, como os vinhos austríacos e alemães. Eles acreditam que a união entre os produtores pode fortalecer a imagem da região e facilitar a aceitação dos vinhos alsacianos em mercados emergentes, como Ásia e América do Sul.

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