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Fendi celebra cem anos de história com foco na inovação e legado feminino

Fendi celebra seu centenário em meio a transformações na moda, destacando a reinvenção e o impacto cultural do icônico Baguette.

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A Fendi, marca italiana de moda, vai completar 100 anos em 2025 e é conhecida por seu forte legado feminino. Fundada em 1925 por Adele Casagrande e Edoardo Fendi, a marca se destacou principalmente por suas bolsas, como o famoso Baguette. Silvia Venturini Fendi, atual diretora criativa e filha de Anna Fendi, fala sobre a importância de se reinventar para continuar relevante. Ela acredita que o segredo para durar tanto tempo é sempre pensar em cada coleção como se fosse a primeira. A colaboração com Karl Lagerfeld, que começou em 1965 e durou 54 anos, foi crucial para a evolução da marca. A nova coleção de outono/inverno de 2025, apresentada na Semana de Moda de Milão, reflete essa visão moderna, evitando referências ao passado. O Baguette, que se tornou um símbolo cultural, mostra como a Fendi consegue antecipar tendências e se adaptar às mudanças do setor com inovação.

A marca italiana Fendi celebra seu centenário em 2025, destacando sua trajetória marcada por um forte legado feminino. Fundada em mil novecentos e vinte e cinco por Adele Casagrande e Edoardo Fendi, a marca se tornou um ícone da moda global, especialmente reconhecida por sua linha de bolsas, como o famoso Baguette.

Silvia Venturini Fendi, atual diretora criativa e filha de Anna Fendi, enfatiza a importância da reinvenção para manter a relevância no setor. “Para ser relevante durante 100 anos, o segredo é não parar nunca e pensar cada coleção como se fosse a primeira”, afirma. A marca, que pertence ao conglomerado francês LVMH, é um exemplo de matriarcado, com todas as fundadoras sendo mulheres.

A colaboração com o designer Karl Lagerfeld, iniciada em mil novecentos e sessenta e cinco, foi um marco na história da Fendi. A parceria, que durou cinquenta e quatro anos, transformou a pele clássica da marca e estabeleceu novas diretrizes para a moda. “Aprendi muito com ele, especialmente sobre a importância de olhar para o futuro”, diz Venturini Fendi.

A coleção de outono/inverno de dois mil e vinte e cinco, apresentada na Semana de Moda de Milão, reflete essa visão. Venturini Fendi buscou evitar referências diretas ao passado, focando em valores contemporâneos. “Quis projetar o que somos agora, mantendo a essência da marca de forma sutil”, explica.

O Baguette, que se tornou um símbolo cultural, exemplifica a capacidade da Fendi de antecipar tendências. “Um acessório pode se tornar protagonista e mudar a percepção do que é moda”, destaca a diretora. A marca continua a evoluir, enfrentando os desafios do setor com inovação e criatividade.

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