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Dominique Crenn transforma dor em arte e celebra a vida através da gastronomia

Dominique Crenn, chef premiada, reflete sobre sua luta contra o câncer e homenageia sua mãe com um menu poético em seu restaurante.

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Dominique Crenn é a primeira chef mulher nos Estados Unidos a ganhar três estrelas Michelin. Ela é conhecida por seu trabalho na culinária e seu envolvimento com a comunidade. Recentemente, Crenn falou sobre sua luta contra o câncer e a perda de sua mãe, que impactaram sua vida e sua forma de cozinhar. Ela criou um menu em homenagem à sua mãe, refletindo amor e saudade. Crenn cresceu perto do mar na França e sempre teve uma conexão forte com a natureza. Embora tenha estudado economia e sonhado em ser fotógrafa, decidiu se tornar chef e abriu seu restaurante, Atelier Crenn, em 2011. Em 2018, recebeu as três estrelas Michelin. Após ser diagnosticada com câncer em 2019, ela se concentrou em manter uma atitude positiva. Depois de 16 sessões de quimioterapia, foi considerada livre do câncer em 2020. A morte de sua mãe trouxe mais dor, mas também inspiração. Crenn acredita que a comida é uma forma de honrar os ancestrais e que deve ser valorizada. Agora, aos 60 anos, ela vê 2025 como um ano de transformação e continua a se cercar de pessoas inspiradoras.

Dominique Crenn, a primeira chef feminina nos Estados Unidos a conquistar três estrelas Michelin, compartilhou sua luta pessoal contra o câncer e a perda de sua mãe. Em entrevista à CNN, Crenn refletiu sobre como essas experiências impactaram sua vida e sua abordagem à gastronomia.

Crenn, que nasceu em 1965 na França, foi adotada e cresceu em um ambiente que valorizava a culinária. Após se mudar para San Francisco, decidiu seguir a carreira de chef, abrindo o Atelier Crenn em 2011. O restaurante rapidamente ganhou reconhecimento, recebendo três estrelas Michelin em 2018. Para Crenn, essas estrelas representam uma plataforma para dar voz a outros.

Em 2019, a chef foi diagnosticada com câncer de mama agressivo, o que a levou a adotar uma mentalidade de resiliência. Após 16 sessões de quimioterapia, ela foi considerada livre da doença no final de 2020. A dor da perda de sua mãe, que faleceu posteriormente, também a marcou profundamente. Crenn homenageia sua mãe através de um menu poético em seu restaurante, refletindo amor e saudade.

“Lembre-se que você pode chorar, mas deixe suas lágrimas serem de alegria,” disse sua mãe antes de falecer. Crenn enfatiza a importância de honrar os pais e ancestrais, reconhecendo que eles moldam quem somos. Com sessenta anos, ela vê 2025 como um ano de transformação e reafirma sua crença na beleza da humanidade e na essência da comida, que, segundo ela, não pode ser substituída pela inteligência artificial.

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