O Happy City Index, que mede a felicidade nas cidades, divulgou os resultados de 2025, destacando 200 destinos. O estudo analisou 82 indicadores de felicidade em áreas como governança, meio ambiente, economia e saúde, incluindo pela primeira vez fatores como saúde mental e equilíbrio entre vida profissional e pessoal. As cidades foram divididas em categorias de ouro, prata e bronze, com 31 cidades na lista de ouro. O relatório enfatiza que a felicidade é algo em constante mudança e que não existe um lugar perfeito para viver. O Brasil não está entre as cidades mais felizes deste ano.
O Happy City Index, elaborado pelo Institute for Quality of Life de Londres, divulgou os resultados de 2025, destacando as cidades mais felizes do mundo. O ranking inclui duzentos destinos e introduz novos indicadores, como saúde mental e equilíbrio entre vida profissional e pessoal. O Brasil não está presente na lista.
O estudo avalia a felicidade com base em oitenta e dois indicadores distribuídos em seis categorias: governança, meio ambiente, economia, saúde, mobilidade e cidadania. Este ano, a pesquisa também considerou aspectos como segurança e nutrição na categoria de saúde. As cidades foram classificadas em três categorias: ouro, prata e bronze.
As trinta e uma cidades mais felizes estão na categoria ouro. Os autores do relatório afirmam que a felicidade é um conceito dinâmico. “Não existe um único lugar perfeito para viver que garanta felicidade a todos os seus moradores”, afirmam. No entanto, algumas cidades se destacam por implementar políticas urbanas eficazes, refletindo isso nos dados.
Os dez destinos mais felizes do mundo, segundo o Happy City Index 2025, foram listados, mas o Brasil não figura entre eles. A pesquisa ressalta a importância de um ambiente que favoreça o bem-estar e a qualidade de vida, fatores que influenciam diretamente a felicidade dos cidadãos.
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