O bar Angelita, em Madrid, é um exemplo de como a coquetelaria pode ser mais responsável e sustentável. O proprietário, Mario Villalón, prefere falar em “responsabilidade” em vez de “sustentabilidade”. Ele utiliza ingredientes locais e eliminou o uso de gelo em muitos coquetéis, economizando água e energia. Villalón participou do Sustainability Summit em Barcelona, onde especialistas discutiram maneiras de reduzir desperdícios e usar produtos locais. Outro bar, Himkok, em Oslo, também adota práticas sustentáveis, como a reutilização de frutas e a coleta de gelo natural. O concurso Torres Brandy Zero Challenge premia projetos sustentáveis na área de hospitalidade, incentivando a inovação. A sustentabilidade na coquetelaria é vista como uma necessidade urgente, e novas gerações estão mais abertas a essas mudanças. Bares como Angelita e Himkok estão criando uma rede que promove práticas mais responsáveis, mas é necessário que haja regulamentações claras e consumidores críticos para que essas iniciativas sejam efetivas.
A sustentabilidade na coquetelaria ganha destaque com bares como Angelita e Himkok, que adotam práticas inovadoras. Angelita, em Madrid, eliminou o uso de gelo em muitos coquetéis, economizando entre oitenta mil e noventa mil quilos de água anualmente. O proprietário, Mario Villalón, enfatiza a importância de trabalhar com ingredientes locais e transformar desperdícios.
Villalón participou do Sustainability Summit em março, onde especialistas discutiram como a coquetelaria pode reduzir desperdícios e utilizar produtos locais. O evento, realizado em Barcelona, contou com a presença de nomes como Michele Mariotti e Lorenzo Antinori. Mariotti destacou a necessidade de transferir a responsabilidade da sustentabilidade para a cadeia de distribuição.
O Torres Brandy Zero Challenge é um concurso que premia projetos sustentáveis na área de hospitalidade. O vencedor recebe trinta mil euros para implementar sua ideia. Na terceira edição, Daniel Pappa, bartender de Himkok, ganhou com um projeto que reutiliza desperdícios agrícolas. Pappa explica que transformam frutas danificadas e restos em siropes e fermentados.
Himkok, em Oslo, utiliza gelo natural e evita impressão de menus, optando por códigos QR. Pappa acredita que contar a história do bar enriquece a experiência do cliente. Ele menciona que a sustentabilidade não é vista como uma estratégia de marketing na Escandinávia, mas como uma necessidade.
Enquanto bares como Angelita e Himkok lideram a mudança, grandes empresas ainda se concentram em marketing verde. A sustentabilidade na coquetelaria é urgente e complexa, exigindo regulamentações claras e consumidores críticos. Villalón observa que as novas gerações são mais receptivas a práticas sustentáveis, demandando qualidade e coerência.
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