Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Moda e autoestima: como um vestido transformou a relação com o próprio corpo

A jornada de aceitação do corpo de Carla Sosenko culmina em um livro que celebra a liberdade na moda e a superação de inseguranças.

0:00
Carregando...
0:00

A autora fala sobre sua jornada de aceitação do corpo, que começou com a Síndrome de Klippel-Trenaunay, uma condição que causou deformidades em seu corpo. Desde criança, ela amava moda, mas enfrentou dificuldades para encontrar roupas que se ajustassem a ela. Ao longo dos anos, passou por altos e baixos em sua relação com a moda, alternando entre esconder e mostrar seu corpo. Recentemente, aos 42 anos, ela encontrou liberdade ao usar um vestido que a fez sentir-se confiante e decidiu não se esconder mais. Agora, aos 48 anos, ela se veste de acordo com seu desejo, sem se importar com o que os outros pensam. A autora também lançou um livro de memórias sobre sua experiência com o corpo e a moda, onde expressa seu amor por roupas e a importância de se sentir bem consigo mesma.

A autora Carla Sosenko lançou seu livro de memórias, “Vou Estar Gostosa no Caixão: E Outros Pensamentos que Já Tive sobre Meu Corpo”, onde narra sua jornada de aceitação do corpo, marcada pela Síndrome de Klippel-Trenaunay. A obra, publicada pela Dial Press, reflete sobre sua relação com a moda e a luta contra inseguranças.

Desde a infância, Sosenko enfrentou desafios relacionados à sua condição, que resultou em deformidades e assimetrias. Apesar disso, sempre teve uma paixão por moda, que foi alimentada por sua mãe. A autora descreve como, ao longo dos anos, sua relação com as roupas oscilou entre o desejo de se esconder e a busca por liberdade.

Em 2019, aos 42 anos, Sosenko encontrou um vestido da designer Mara Hoffman que a fez decidir não mais se esconder. Essa peça se tornou um símbolo de sua transformação, levando-a a compartilhar sua nova confiança nas redes sociais. A autora destaca que, com o tempo, seu desejo de se vestir como deseja superou suas inseguranças.

Aos 48 anos, Sosenko afirma que não se importa mais com os padrões de beleza impostos pela sociedade. Ela prioriza marcas que promovem inclusão e acessibilidade, buscando roupas que a façam sentir-se bem. A autora conclui que seu corpo é um “salão de festas” e que cada dia é uma oportunidade de se apresentar com orgulho.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais