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Vinificação subaquática: descubra os benefícios de produzir vinhos sob o mar

Egiategia apresenta vinhos subaquáticos nas Fêtes de Bayonne e destacam a inovação da vinificação a 15 metros de profundidade.

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A vinificação sous-marine é uma técnica nova que usa o fundo do mar para fazer vinhos e agora está em destaque em Bayonne. A Egiategia, junto com um centro de mergulho local, oferece uma experiência de vinificação subaquática que será mostrada nas Fêtes de Bayonne. Na baía de Saint-Jean de Luz, a Egiategia fermenta vinhos a 15 metros de profundidade, fazendo a segunda fermentação em cuvas submersas com uvas de até 150 quilômetros de distância. Emmanuel Poirmeur, que lidera o projeto, explica que essa técnica é mais do que envelhecer vinhos; é sobre criar vinhos novos. Ele teve a ideia enquanto trabalhava na Argentina, percebendo que as condições do mar ajudam na fermentação. A pressão, a temperatura e as ondas do mar tornam os vinhos únicos, e cada lote tem características diferentes, mesmo que sejam feitos nas mesmas condições. Os vinhos da Egiategia, que têm aromas especiais, serão degustados nas Fêtes de Bayonne, onde os visitantes poderão experimentar essas criações que refletem a cultura basca. As pessoas não pedem um copo de Egiategia, mas um copo de Egia, que significa “verdade” em basco, simbolizando a autenticidade dessa nova forma de fazer vinho.

Vinificação Sous-Marine: Uma Experiência Única em Bayonne

A vinificação sous-marine, técnica inovadora que utiliza o fundo do mar para a produção de vinhos, ganha destaque em Bayonne. A Egiategia, em parceria com o centro de mergulho de Socoa, oferece uma experiência única de vinificação subaquática, que será apresentada nas Fêtes de Bayonne.

Na baía de Saint-Jean de Luz, a Egiategia realiza a fermentação de vinhos a 15 metros de profundidade. Diferente das grandes casas de champagne, que utilizam vinhos já engarrafados, a Egiategia realiza a segunda fermentação em cuvas submersas, utilizando uvas colhidas em um raio de 150 quilômetros. Emmanuel Poirmeur, responsável pelo projeto, destaca que a abordagem vai além do simples envelhecimento: “Egiategia, não é apenas de envelhecimento, é de vinificação.”

A ideia de Poirmeur surgiu durante seu trabalho na Argentina, onde percebeu que as condições do mar favoreciam a fermentação. A pressão, a temperatura e a agitação das marés são fatores que contribuem para a singularidade dos vinhos produzidos. Cada lote apresenta características distintas, mesmo que sejam fermentados nas mesmas condições.

Singularidade e Variedade

A técnica de vinificação sous-marine permite que os vinhos adquiram aromas únicos, impossíveis de serem replicados em terra. A variabilidade é um aspecto essencial do processo, resultando em vinhos que, embora semelhantes, possuem suas particularidades. Poirmeur explica que, mesmo em cuvas idênticas, os vinhos emergem com diferenças notáveis.

Os vinhos da Egiategia serão apresentados nas Fêtes de Bayonne, onde os visitantes poderão degustar essas criações que refletem a essência do espírito basco. Os apreciadores não pedem um copo de Egiategia, mas um copo de Egia, que significa “verdade” em basco, simbolizando a autenticidade e a liberdade que permeiam essa inovadora técnica de vinificação.

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