- Glenn Martens foi nomeado diretor criativo da Maison Margiela, sucedendo John Galliano.
- A assinatura do contrato ocorreu em um Burger King, após uma experiência na Normandia.
- Martens apresenta sua primeira coleção Artisanal, que busca reconectar a marca com suas raízes belgas.
- A coleção é descrita como “barulhenta” e reflete uma justaposição de crueza e luxo.
- O novo diretor criativo pretende respeitar os códigos da marca enquanto incorpora elementos contemporâneos.
Glenn Martens foi nomeado diretor criativo da Maison Margiela, sucedendo John Galliano. A assinatura do contrato ocorreu em um Burger King, após uma experiência peculiar em sua nova casa na Normandia. Hoje, Martens apresenta sua primeira coleção Artisanal, que busca reconectar a marca com suas raízes belgas e valores fundamentais.
A coleção, que faz parte da linha ateliê da Margiela, é descrita por Martens como “barulhenta” e uma expressão essencial da marca. Ele destaca a importância da integridade das peças, afirmando que a roupa deve falar por si mesma. A coleção traz uma justaposição de elementos como crueza e luxo, brutalismo e opulência, refletindo a estética única de Margiela.
Martens, que já trabalhou na Diesel e Y/Project, reconhece a influência de Martin Margiela em sua formação como estilista. Ele busca trazer de volta a essência belga da marca, que valoriza a beleza no inesperado. A nova coleção promete impactar uma geração mais jovem de clientes de alta-costura, sem se prender ao preciosismo excessivo.
O novo diretor criativo também menciona a necessidade de respeitar os códigos da marca, que foram fundamentais para seu sucesso. Ele pretende continuar a evolução da Maison, incorporando elementos contemporâneos enquanto mantém a autenticidade que a caracteriza. Martens se mostra otimista em equilibrar suas responsabilidades entre a Margiela e a Diesel, afirmando que está preparado para os desafios que virão.
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