Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Midjourney critica processo da Disney contra treinamento de IA e defende sua posição

Midjourney defende seu uso de IA como "uso justo" e critica a contradição de estúdios que também adotam a tecnologia

Mickey Mouse e o diretor executivo e presidente da The Walt Disney Company, Bob Iger, se preparam para tocar o sino de abertura na Bolsa de Valores de Nova York. (Foto: Drew Angerer/Getty Images)
0:00
Carregando...
0:00
  • A plataforma de geração de imagens por inteligência artificial Midjourney respondeu ao processo judicial da Disney e Universal, que a acusam de violação de direitos autorais.
  • O processo, iniciado em junho, alega que usuários criam cópias de personagens protegidos.
  • Midjourney defende que o treinamento de inteligência artificial é amparado pelo conceito de “uso justo”, que permite o uso de obras protegidas sem controle absoluto.
  • A empresa destaca que os estúdios também utilizam ferramentas de IA, o que torna suas alegações contraditórias.
  • Midjourney argumenta que a criação de imagens semelhantes não constitui, por si só, violação de direitos autorais e pode incentivar a liberdade criativa.

Midjourney, plataforma de geração de imagens por inteligência artificial, respondeu ao processo judicial movido pela Disney e Universal, que a acusam de violação de direitos autorais. O processo, iniciado em junho, alega que usuários da plataforma criam cópias de personagens protegidos.

Em sua defesa, Midjourney argumenta que o treinamento de inteligência artificial é amparado pelo conceito de “uso justo”. Os advogados da empresa afirmam que a legislação de direitos autorais não confere controle absoluto sobre o uso de obras protegidas, destacando que o “uso justo” deve prevalecer para garantir o fluxo livre de ideias e informações.

Além disso, Midjourney ressalta que os estúdios estão utilizando ferramentas de IA, o que torna suas alegações contraditórias. A empresa aponta que muitos de seus usuários têm e-mails vinculados à Disney e Universal, sugerindo que até mesmo funcionários das empresas estão utilizando o serviço.

Os advogados de Midjourney também mencionam que o CEO da Disney, Bob Iger, elogiou a IA em uma reunião anual, afirmando que a tecnologia é uma ferramenta valiosa para artistas. A defesa argumenta que a criação de imagens semelhantes a obras protegidas não é, por si só, uma violação de direitos autorais, citando práticas legítimas como arte de fã e crítica social.

O processo judicial destaca que a Disney e a Universal buscam impedir a criação de imagens que consideram semelhantes às suas, mas Midjourney defende que isso pode cercear a liberdade criativa e a inovação no uso de tecnologias emergentes.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais