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Casa Branca determina que exposições do Smithsonian devem celebrar excepcionalismo americano

Casa Branca exige revisão de exposições no Smithsonian para alinhar conteúdos ao excepcionalismo americano antes do aniversário de 250 anos dos EUA

O Museu Nacional de História Natural do Smithsonian. (Foto: Kevin Dietsch/Getty Images)
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  • A Casa Branca aumentou a pressão sobre o Instituto Smithsonian para revisar as exposições de dezenove museus, incluindo o Museu Nacional de História Americana e o Museu Nacional de História e Cultura Afro-Americana.
  • A revisão deve ser concluída até o início de 2026, com o objetivo de eliminar narrativas divisivas e promover o excepcionalismo americano.
  • A Casa Branca estabeleceu prazos específicos para ajustes, com um primeiro relatório a ser entregue em trinta dias.
  • Entre os museus revisados estão também o Museu Nacional de Arte Americana, o National Portrait Gallery e o Hirshhorn Museum and Sculpture Garden.
  • Historiadores expressaram preocupação com a interferência política nas instituições culturais e a autonomia do Smithsonian.

A Casa Branca intensificou a pressão sobre o Instituto Smithsonian para revisar as exposições de 19 museus, incluindo o Museu Nacional de História Americana e o Museu Nacional de História e Cultura Afro-Americana. A medida, anunciada em uma carta ao secretário do Smithsonian, Lonnie Bunch III, busca alinhar os conteúdos às diretrizes do presidente Donald Trump, especialmente com o 250º aniversário dos Estados Unidos se aproximando, em 2026.

A revisão, que deve ser concluída até o início de 2026, tem como objetivo eliminar narrativas consideradas divisivas e promover o excepcionalismo americano. A Casa Branca estipulou prazos específicos para que os museus apresentem ajustes em suas exposições, com um primeiro relatório a ser entregue em 30 dias. A carta enfatiza que as instituições culturais devem refletir a unidade e os valores duradouros da narrativa americana.

Entre os museus revisados, destacam-se também o Museu Nacional de Arte Americana, o National Portrait Gallery e o Hirshhorn Museum and Sculpture Garden. A pressão sobre o Smithsonian não é nova; Trump já havia criticado a instituição por supostamente estar sob a influência de uma ideologia “anti-americana”. Em resposta, a Casa Branca afirma que a revisão não interfere nas operações diárias dos curadores, mas busca garantir que as exposições sejam “precisas, patrióticas e esclarecedoras”.

Historiadores expressaram preocupação com a interferência política nas instituições culturais. A revisão se insere em um contexto mais amplo de controle sobre as narrativas históricas, levantando questões sobre a autonomia do Smithsonian e sua capacidade de apresentar a história de forma imparcial. A instituição, que depende significativamente de financiamento federal, já se comprometeu a colaborar com a Casa Branca na análise de seus conteúdos.

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