- Christophe de Menil, colecionadora e designer, faleceu em Nova York no dia 5 de agosto, aos 92 anos.
- Ela era membro da influente família Menil, conhecida por sua significativa contribuição ao mundo da arte e do design.
- Nascida em Paris em mil novecentos e trinta e três, Christophe se mudou para Houston, Texas, durante a Segunda Guerra Mundial.
- Ela teve relações próximas com artistas como Andy Warhol e Merce Cunningham e foi reconhecida como uma das maiores colecionadoras pela ARTnews entre mil novecentos e noventa e 1992.
- Nos últimos anos, continuou a adquirir obras de artistas contemporâneos, expressando admiração por novos talentos.
Christophe de Menil, colecionadora, designer e patrona das artes, faleceu em Nova York no dia 5 de agosto, aos 92 anos. Membro da influente família Menil, ela deixou um legado significativo no mundo da arte e do design, além de uma rica história de interações com artistas renomados.
Nascida em Paris em 1933, Christophe e sua família fugiram da Europa durante a Segunda Guerra Mundial, estabelecendo-se em Houston, Texas. Seus pais, John e Dominique de Menil, fundaram o Menil Collection, um importante museu de arte. Christophe cultivou relações próximas com artistas como Andy Warhol, Merce Cunningham e Willem de Kooning, o que lhe proporcionou um acesso privilegiado ao cenário artístico do século XX.
Em sua trajetória, Christophe de Menil também se destacou como colecionadora. Ela figurou três vezes na lista dos 200 maiores colecionadores da ARTnews entre 1990 e 1992. Sua coleção incluía obras de artistas como René Magritte e Barnett Newman. Em 1965, para financiar reformas em sua casa, vendeu US$ 2 milhões em arte em um leilão da Sotheby Parke Bernet.
Contribuições Artísticas
Além de sua atuação como colecionadora, Christophe teve uma carreira no mundo da moda e do design. Em 1980, começou a trabalhar com o diretor de teatro Robert Wilson, criando figurinos para suas produções. Em 1984, lançou sua própria linha de roupas, que incluía uma peça agora pertencente ao Metropolitan Museum of Art.
Nos últimos anos, Christophe continuou a adquirir obras de artistas contemporâneos, como Gedi Sibony e Daniel Arsham. Ela expressou sua admiração por esses novos talentos, afirmando que “Gedi Siboney me lembra Barnett Newman e Daniel Arsham é melhor que qualquer Magritte.” Seu legado, marcado por uma paixão inabalável pela arte, será lembrado por muitos.
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