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Ativistas do Greenpeace expõem obra de Anish Kapoor no Museu Imperial de Londres

Ativistas do Greenpeace usam arte para protestar contra a exploração de gás no Mar do Norte, enquanto o Imperial War Museum enfrenta críticas por erros históricos.

Pessoas participam de um serviço memorial em homenagem às 19 vidas perdidas durante o incêndio de Eaton em 7 de julho de 2025 em Altadena, Califórnia. (Foto: Getty Images)
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  • Ativistas do Greenpeace escalaram uma plataforma de gás no Mar do Norte na manhã de quarta-feira, a 45 milhas náuticas da costa de Norfolk.
  • A ação teve como objetivo chamar a atenção para a destruição ambiental, utilizando uma obra de arte do artista Anish Kapoor.
  • A instalação, chamada “Butchered”, simboliza o “sangramento” do planeta e critica a exploração de recursos naturais.
  • A ação foi realizada a bordo do navio Arctic Sunrise, que se aproximou da plataforma operada pela Shell.
  • Em outra notícia, pesquisadores descobriram 248 novos geoglifos nas Linhas de Nazca, no Peru, revelando mais sobre a história cultural da região.

Ativistas do Greenpeace escalam plataforma de gás no Mar do Norte

Ativistas do Greenpeace realizaram uma ação ousada ao escalar uma plataforma de gás no Mar do Norte, na manhã de quarta-feira. A ação, que ocorreu a 45 milhas náuticas da costa de Norfolk, teve como objetivo chamar a atenção para a destruição ambiental. Os ativistas desenrolaram uma obra de arte criada pelo renomado artista Anish Kapoor, que mede 315 pés quadrados e é tingida de vermelho, simbolizando o “sangramento” do planeta.

Kapoor descreveu a instalação como “Butchered”, representando a devastação ambiental. Ele enfatizou que a obra é um grito visual contra a exploração de recursos naturais, refletindo a urgência de se abordar as questões climáticas. A ação foi realizada a bordo do navio Arctic Sunrise, que se aproximou da plataforma operada pela Shell em busca de condições climáticas favoráveis.

Críticas ao Imperial War Museum

Enquanto isso, o Imperial War Museum em Londres enfrenta críticas por manter informações imprecisas em suas galerias sobre o Holocausto. Historiadores renomados apontaram que um painel informativo sobre as leis raciais de Nuremberg, promulgadas pelo regime nazista em 1935, contém erros significativos. A revista The Spectator destacou que essa distorção da história, embora sutil, pode ter consequências graves, contribuindo para uma tendência de suavização da narrativa sobre o Holocausto.

Novas descobertas nas Linhas de Nazca

Em um desenvolvimento separado, uma equipe internacional de pesquisadores anunciou a descoberta de 248 novos geoglifos nas Linhas de Nazca, no Peru. O projeto, liderado pela Universidade de Yamagata, no Japão, em colaboração com especialistas peruanos, revela mais sobre a rica história cultural da região. Essas descobertas podem oferecer novos insights sobre as civilizações que habitaram a área.

Esses eventos destacam a intersecção entre arte, ativismo e história, refletindo a complexidade das questões contemporâneas que envolvem a preservação ambiental e a memória histórica.

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