- Alice Sheppard Fidler, artista e cofundadora do Studio Voltaire, criou um espaço artístico em Gloucestershire, Reino Unido, após finalizar seu mestrado em arte.
- Em 2022, ela lançou o THISS, uma mostra de esculturas em seu jardim, que agora recebe financiamento do Arts Council.
- O THISS 2023 ocorreu em junho e contou com a participação de dez artistas, abordando a adaptabilidade dos materiais e suas implicações ambientais.
- Sheppard Fidler defende a remuneração justa para artistas e destacou que o financiamento permitiu que todos os participantes fossem pagos e que oficinas fossem realizadas em Gloucester.
- O Hide, retiro artístico de Sheppard Fidler e seu marido, oferece residências mensais para criativos e atrai cerca de 400 visitantes anualmente, com planos de expansão em parceria com a prefeitura local.
Alice Sheppard Fidler, artista e cofundadora do Studio Voltaire, estabeleceu um espaço criativo em Gloucestershire, Reino Unido, após concluir seu mestrado em arte. Em 2022, ela lançou o THISS, uma mostra de esculturas em seu jardim, que agora conta com financiamento do Arts Council.
O evento, que ocorre anualmente, teve sua primeira edição em meio às restrições da pandemia. O THISS 2023, realizado em junho, contou com a participação de dez artistas que exploraram o tema da adaptabilidade dos materiais e suas implicações ambientais. Entre os artistas estavam nomes como Jessica Akerman e Barbara Beyer.
Sheppard Fidler enfatiza a importância de remunerar os artistas, afirmando que “estou cansada de ver artistas trabalhando sem pagamento”. O financiamento do Arts Council permitiu que todos os participantes recebessem uma taxa e possibilitou a realização de oficinas em Gloucester com organizações locais.
Residências Artísticas
Além da mostra, o Hide, o retiro artístico de Sheppard Fidler e seu marido, Piers Leigh, oferece residências mensais para criativos de diversas áreas. Cerca de 400 visitantes comparecem ao THISS anualmente, atraindo tanto locais quanto pessoas de cidades como Londres e Bristol.
O casal busca expandir o projeto e está em diálogo com a prefeitura local para encontrar um espaço que permita mais residências. “A cena criativa local não está sendo nutrida”, afirma Sheppard Fidler, destacando a necessidade de apoio à comunidade artística da região.
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