- O restaurante Make Hommus. Not War foi eleito pela terceira vez como a melhor casa árabe de São Paulo pelo júri d’O Melhor de São Paulo.
- O chef Fred Caffarena destaca a diversidade da comida árabe, que varia entre os povos do Oriente Médio.
- O cardápio inclui o homus, faláfel e arais bovino, além de pratos principais como shishbarak e shakshuka.
- O restaurante, localizado na Rua Oscar Freire, exibe um quadro com a palavra “homus” em sete idiomas, simbolizando a união cultural.
- A experiência é complementada por pães como pita e ka’ak laden, reforçando a filosofia de que a comida une as culturas.
O restaurante Make Hommus. Not War foi eleito pela terceira vez como a melhor casa árabe de São Paulo, segundo o júri d’O Melhor de São Paulo. O estabelecimento é conhecido por seu cardápio diversificado e pela filosofia de unir culturas através da gastronomia.
O chef Fred Caffarena, tricampeão do prêmio, destaca que a comida árabe é uma simplificação, pois cada povo do Oriente Médio traz uma interpretação única dos mesmos ingredientes. O restaurante, localizado na Rua Oscar Freire, exibe um quadro com a palavra “homus” em sete idiomas, refletindo essa diversidade cultural.
Entre os pratos mais populares, o homus se destaca como a estrela do cardápio. O purê de grão-de-bico, tahine, limão, alho e sal é um convite ao paladar. Durante os fins de semana, é comum haver filas, mas os clientes podem aproveitar bebidas e petiscos enquanto aguardam. As entradas incluem o faláfel, servido com molho de tahine, e o arais bovino, que combina cafta e queijo, ambos com sabores marcantes.
Pratos Principais
Os pratos principais também são uma celebração da diversidade. O shishbarak, com minicapeleti crocante de carne e molho de iogurte, e o homus seu Jacó, que traz quibe levantino e molho de tomate à moda turca, são algumas das opções. Para os vegetarianos, há o shakshuka com cogumelos e o karnabahar, com couve-flor assada.
A experiência é enriquecida com pães como o pita e o ka’ak laden, que complementam os pratos. Caffarena ressalta que a união das diferentes culturas é possível através da comida, afirmando que “quem separa é o homem, não a cultura, não a comida”. O Make Hommus. Not War continua a ser um espaço onde a diversidade é celebrada e respeitada.
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