- A artista Nanette Carter apresenta a exposição solo “Afro Sentinels” no Wexner Center for the Arts, em Columbus, Ohio.
- A mostra abre no dia 22 de agosto e vai até 11 de janeiro de 2026.
- Carter, que começou sua carreira na década de 1970, explora a experiência negra e as turbulências sociais contemporâneas.
- A nova exposição inclui uma obra tridimensional, refletindo sobre mudanças sociais e ambientais, como a mudança climática e a pandemia.
- A artista destaca a importância de sua trajetória e a influência de suas experiências pessoais na criação de sua arte, com um total de 48 obras na mostra.
Nanette Carter, artista reconhecida por sua obra abstrata desde a década de 1970, apresenta sua nova exposição solo, “Afro Sentinels”, no Wexner Center for the Arts, em Columbus, Ohio. A mostra, que abre no dia 22 de agosto e vai até 11 de janeiro de 2026, marca um retorno significativo para a artista, nascida na cidade em 1956.
Carter, que cresceu em um ambiente influenciado pela luta pelos direitos civis, utiliza sua arte para refletir sobre as complexidades da experiência negra e as turbulências sociais contemporâneas. A nova exposição inclui uma obra tridimensional, uma inovação em sua prática, que busca dialogar com as mudanças sociais e ambientais recentes. A artista destaca que este novo trabalho “fala sobre as mudanças sísmicas que vivenciamos na última década”, referindo-se a questões como a mudança climática e a pandemia global.
Temas e Influências
A obra de Carter é marcada por uma busca constante por equilíbrio e subversão, refletindo a incerteza do mundo atual. Seus títulos, como “Cantilevered” e “Shifting Perspectives”, sugerem uma exploração das tensões sociais e políticas. A artista menciona que suas peças operam como “buscas discretas por equilíbrio”, abordando a falta de civilidade e a violência cotidiana.
Carter também revela que sua nova obra tridimensional foi inspirada por sua longa trajetória artística e por uma recente comissão do Wexner. A artista, que já trabalhou com materiais como Mylar, agora se aventura em estruturas metálicas, buscando uma nova forma de interação com o espectador.
Reflexões Pessoais
A artista reflete sobre sua formação e o impacto de seu pai, um líder dos direitos civis e ex-prefeito, em sua visão artística. Carter acredita que a arte deve documentar o tempo presente, unindo suas preocupações pessoais com questões globais, como imigração e justiça social. Sua prática artística, que abrange várias séries, continua a evoluir, abordando temas de resistência e instabilidade.
Com 48 obras na exposição, Carter destaca a importância de sua trajetória e a influência de suas experiências pessoais na criação de sua arte. A nova mostra promete não apenas apresentar suas obras, mas também provocar reflexões sobre a condição humana em tempos de crise.
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