- A Casa Branca divulgou uma lista de obras e exposições desaprovadas pelo presidente Donald Trump, incluindo críticas ao Smithsonian.
- O documento intitulado “Trump Está Certo Sobre o Smithsonian” menciona uma pintura da artista Amy Sherald, que retrata uma mulher trans negra como a Estátua da Liberdade.
- A pintura foi retirada de uma exibição no National Portrait Gallery, com a artista alegando censura.
- O Rockbund Art Museum em Xangai anunciou entrada gratuita em comemoração aos 15 anos, mas enfrentou alta demanda, resultando em longas filas.
- O museu implementou um sistema híbrido de reservas após incidentes de visitantes sendo recusados devido à lotação.
Casa Branca Critica Obras do Smithsonian e Museu de Xangai Enfrenta Desafios com Entrada Gratuita
Na quinta-feira, a Casa Branca divulgou uma lista de obras e exposições desaprovadas pelo presidente Donald Trump, reafirmando sua crítica ao Smithsonian. O documento, intitulado “Trump Está Certo Sobre o Smithsonian”, inclui obras que já haviam sido alvo de críticas, como uma exposição sobre esculturas que simbolizam poder. Trump também reiterou sua desaprovação ao Museu Nacional de História e Cultura Afro-Americana, que aborda a “cultura dominante branca”.
Entre as novas menções, destaca-se uma pintura da artista Amy Sherald, que retrata uma mulher trans negra como a Estátua da Liberdade. Essa obra foi retirada de uma exibição planejada no National Portrait Gallery, com Sherald alegando censura, já que a pintura havia sido previamente exibida no Whitney Museum.
Rockbund Art Museum em Xangai
Em um movimento distinto, o Rockbund Art Museum, em Xangai, anunciou a entrada gratuita como parte de sua comemoração de 15 anos. Essa decisão, segundo a diretora executiva X Zhu-Nowell, visa promover a acessibilidade, mas trouxe desafios inesperados. Desde o lançamento da iniciativa em maio, a demanda superou as expectativas, levando a longas filas e frustração entre os visitantes.
Inicialmente, o museu exigia reservas via WeChat, mas removeu essa exigência em resposta a diretrizes da cidade. Com a entrada livre, o museu rapidamente atingiu sua capacidade diária de 500 pessoas, resultando em visitantes sendo recusados. Após um incidente em que um visitante recebeu uma resposta fria ao ser informado sobre a lotação, o museu se desculpou formalmente e implementou um sistema híbrido de reservas para gerenciar a demanda.
Essas situações refletem a complexidade do cenário artístico atual, onde questões de censura e acessibilidade estão em destaque, tanto nos Estados Unidos quanto na China.
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