- Igor Angelkorte, agora conhecido como Angel Ferreira, adotou seu nome social há pouco mais de um ano, gerando curiosidade entre amigos.
- O ator vive em uma carcaça de ônibus na Chapada dos Veadeiros, Goiás, onde transformou o espaço em uma floresta com árvores nativas do Cerrado.
- Angel se dedica a projetos culturais, incluindo o monólogo “Sidarta” e a peça “Nastácia”, que estreia em novembro no Rio de Janeiro.
- Ele coordena a Casa Candeia de Cultura, oferecendo aulas de teatro, música, dança, ioga e cerâmica, promovendo um ambiente acolhedor para a comunidade.
- O ator busca respeitar a autonomia dos alunos, visando criar um espaço que estimule a liberdade e a criatividade.
Igor Angelkorte, agora conhecido como Angel Ferreira, adotou seu nome social há pouco mais de um ano, gerando curiosidade entre amigos e conhecidos. O ator, famoso por suas atuações em “Além do horizonte” e “Terra e paixão”, explica que a mudança reflete uma transformação interna. Ele busca uma identidade que ressoe com leveza e criatividade, misturando os sobrenomes paterno e materno.
Atualmente, Angel vive em uma carcaça de ônibus na Chapada dos Veadeiros, Goiás, onde tem transformado o espaço em uma floresta com árvores nativas do Cerrado. O local, que fica a dez minutos do Centro de Cavalcante, é equipado com um banheiro improvisado e utiliza energia solar e água de um biodigestor. O ator, que se considera vegano, encontrou prazer em cozinhar e viver de forma sustentável, criando um ambiente acolhedor para amigos e viajantes.
Projetos Culturais
Angel Ferreira está envolvido em diversos projetos culturais, incluindo o monólogo “Sidarta” e a peça “Nastácia”, que estreia em novembro no Rio de Janeiro. Além disso, ele coordena a Casa Candeia de Cultura, onde oferece aulas de teatro, música, dança, ioga e cerâmica. Graças a um edital, ele consegue administrar as despesas do espaço com uma equipe, promovendo um ambiente que acolhe a comunidade e incentiva a presença física em vez da virtual.
O ator enfatiza a importância de não paternalizar os alunos, adotando uma postura de guardião que respeita a autonomia de cada um. Para ele, o objetivo é criar um espaço que toque o coração das pessoas, permitindo que crianças e adultos se tornem mais livres e criativos. Angel acredita que, se um aluno se tornar um adulto mais livre, seu trabalho já terá valido a pena.
Entre na conversa da comunidade