- Uma pintura de Giuseppe Ghislandi, roubada na Segunda Guerra Mundial, foi encontrada em uma casa na Argentina, pertencente a um oficial nazista.
- O quadro fazia parte da coleção de Jacques Goudstikker e foi identificado em um anúncio de venda do imóvel em Mar del Plata.
- Após a identificação, uma operação policial foi realizada, mas a obra não foi localizada, pois a casa havia sido rearranjada.
- A investigação agora considera a possibilidade de ocultação de contrabando, e a Interpol está envolvida na busca.
- Tentativas de contato com as filhas do oficial Friedrich Kadgien não tiveram sucesso, e a casa teve sua listagem removida após a divulgação do caso.
Uma pintura de Giuseppe Ghislandi, roubada durante a Segunda Guerra Mundial, foi localizada em uma casa na Argentina, pertencente a um oficial nazista. O quadro, que faz parte da coleção de Jacques Goudstikker, foi identificado em um anúncio de venda do imóvel em Mar del Plata.
Após a identificação, uma operação policial foi realizada, mas a pintura não foi encontrada. O promotor federal Carlos Martínez informou que a casa havia sido rearranjada e que o quadro não estava mais exposto. A investigação agora considera a possibilidade de ocultação de contrabando.
O retrato de Ghislandi, que pertence ao banco de dados de arte perdida do governo holandês, foi originalmente roubado de Goudstikker, um comerciante de arte judeu que fugiu da Holanda durante a guerra. Goudstikker faleceu em um acidente no mar em 1940, enquanto tentava escapar.
O quadro esteve sob a posse de Friedrich Kadgien, um oficial da SS que se refugiou na América do Sul após a guerra. A identificação da obra ocorreu quando uma das filhas de Kadgien colocou a casa à venda. A busca pela pintura continua, com a participação da Interpol.
As tentativas de contato com as filhas de Kadgien não tiveram sucesso. Uma delas afirmou não saber sobre a pintura mencionada. Após a divulgação do caso, a casa teve sua listagem removida e a pintura foi substituída por uma tapeçaria, segundo reportagens locais. A busca pela obra permanece ativa, com promotores afirmando que continuarão a investigar.
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