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Bienal de Arte de São Paulo promove desmilitarização e descolonização cultural em 2025

A Bienal de São Paulo destaca a arte como veículo de transformação social, com mensagens urgentes de desmilitarização e descolonização

Obra do artista nigeriano Olu Oguibe exposta na Bienal de São Paulo (Foto: Reprodução)
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  • O artista nigeriano Olu Oguibe apresenta uma mensagem de desmilitarização, descolonização e descarbonização na Bienal de São Paulo.
  • Sua obra será exibida nas rampas laterais do pavilhão e busca transmitir um apelo por paz e esperança.
  • Oguibe também levará sua mensagem para a COP30, em Belém, e para o Museu de Arte do Rio.
  • A Bienal destaca ainda instalações de Ana Raylander Mártis dos Anjos, Laure Prouvost e Tanka Fonta.
  • A colaboração entre São Paulo e Pequim é marcada pela instalação do artista chinês Song Dong, que apresenta uma sala de espelhos.

Basta chegar ao parque Ibirapuera para se deparar com a impactante mensagem do artista nigeriano Olu Oguibe, que clama pela desmilitarização, descolonização e descarbonização. Sua obra, que será exibida nas rampas laterais do pavilhão da Bienal de São Paulo, abre a 36ª edição do evento, que destaca a presença de artistas do sul global e da África.

Oguibe, conhecido por sua participação em outras bienais internacionais, como a de Veneza e Havana, levará sua mensagem também para a COP30, em Belém, e para o Museu de Arte do Rio. A instalação, que se assemelha a um outdoor, busca transmitir um forte apelo por paz e esperança em tempos de crise.

Destaques da Exposição

Dentro do pavilhão, a artista Ana Raylander Mártis dos Anjos apresenta uma instalação monumental que se estende do piso ao teto, refletindo um jogo geométrico que dialoga com o espaço. Ao seu lado, a francesa Laure Prouvost exibe uma obra com véus movidos por braços robóticos, enquanto o camaronês Tanka Fonta transforma o principal pilar do pavilhão em uma escultura envolta em tecidos.

A Bienal também marca a estreia de uma colaboração entre São Paulo e Pequim, com a instalação do artista chinês Song Dong, que apresenta uma sala de espelhos iluminada por lustres. Essa parceria é viabilizada pela curadora Sarina Tang, que garantiu a presença de artistas chineses na Bienal pelos próximos seis anos.

Galerias em Destaque

Além das obras expostas na Bienal, diversas galerias da cidade aproveitam o evento para mostrar seus melhores artistas. Entre os destaques estão Ana Elisa Egreja na Almeida & Dale, Antônio Henrique Amaral na Casa Triângulo e Gabriela Mureb na Central. A Bienal de São Paulo, com sua rica diversidade cultural e artística, promete ser um espaço de reflexão e inovação.

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