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Frieze Seoul destaca estandes inovadores, de estúdio demolido a jarro do século XVIII

Frieze Seoul reúne 120 galerias, com forte presença asiática, e registra vendas expressivas no primeiro dia da feira de arte

Ação do dia de abertura da Frieze Seoul 2025 (Foto: Reprodução)
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  • A Frieze Seoul iniciou sua quarta edição com a participação de 120 galerias de 30 países, um leve aumento em relação ao ano anterior.
  • Mais da metade das galerias são asiáticas, refletindo o crescente papel de Seul no mercado de arte global.
  • No primeiro dia, a feira registrou vendas significativas, incluindo uma obra de Mark Bradford vendida por $ 4,5 milhões.
  • A Hauser & Wirth vendeu uma escultura de Lee Bul por $ 400 mil, enquanto a White Cube comercializou uma escultura de Anthony Gormley por £ 250 mil.
  • A SAC Gallery destacou o artista tailandês Prapat Jiwarangsan, e a Sun Gallery apresentou a artista Chungji Lee, única mulher do movimento Dansaekhwa da Coreia.

A Frieze Seoul iniciou sua quarta edição na última quarta-feira, reunindo 120 galerias de 30 países. Este número representa um leve aumento em relação aos 117 expositores do ano anterior, mas destaca uma mudança significativa: pela primeira vez, mais da metade das galerias são asiáticas. A feira, que ocorre no Coex, reflete o crescente papel de Seul no cenário artístico global.

A feira registrou vendas expressivas logo no primeiro dia, com destaque para a obra de Mark Bradford, vendida por US$ 4,5 milhões. O diretor da Frieze Seoul, Patrick Lee, ressaltou a qualidade do público presente, que incluiu colecionadores renomados e figuras do K-pop, como Lisa e RM. Apesar de um mercado global em desaceleração, a presença de colecionadores coreanos se manteve forte, especialmente em relação a artistas estabelecidos.

Vendas e Destaques

Entre as galerias que se destacaram, a Hauser & Wirth vendeu a obra de Bradford e uma escultura de Lee Bul por US$ 400 mil. A White Cube também teve sucesso, comercializando uma escultura de Anthony Gormley por £250 mil. No entanto, cerca de 40 galerias não retornaram a esta edição, refletindo uma cautela no setor.

A SAC Gallery fez uma declaração curatorial ao dedicar seu estande ao artista tailandês Prapat Jiwarangsan, apresentando obras que exploram a identidade contemporânea asiática. A Sun Gallery, estreante na Frieze, trouxe a série MURUE da artista Chungji Lee, destacando a única mulher no movimento Dansaekhwa da Coreia.

Inovações e Colaborações

A Pace Gallery apresentou obras que conectam o passado e o futuro, incluindo trabalhos de Adolph Gottlieb e artistas mais jovens. A colaboração entre a Antenna Space de Pequim e a Commonwealth & Council de Los Angeles exemplifica como as galerias podem compartilhar recursos em tempos desafiadores.

O evento não apenas eleva o perfil da arte coreana, mas também revela a necessidade de apoio a artistas emergentes. Joon Soo Yeo, da Gallery Chosun, destacou que o crescimento do mercado de arte na Coreia poderia se beneficiar de um modelo semelhante ao do K-pop, enfatizando a importância de fomentar novos talentos.

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