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Oficiais do Cairo iniciam busca por bracelete faraônico desaparecido do Museu Egípcio

Autoridades egípcias realizam busca em aeroportos e fronteiras após o sumiço do bracelete de Amenemope, que estava em restauração para exposição.

Homem se aproxima da entrada principal do Museu Egípcio na Praça Tahrir, no Cairo (Foto: Reprodução)
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  • Um bracelete de ouro de três mil anos desapareceu do Museu Egípcio, em Cairo.
  • O item, que pertenceu ao rei Amenemope da 21ª Dinastia, estava em restauração para uma exposição programada em Roma.
  • O artefato foi visto pela última vez no laboratório de restauração na Praça Tahrir.
  • A polícia e o Ministério Público estão conduzindo a investigação, e uma fotografia do bracelete foi distribuída em aeroportos e fronteiras para evitar contrabando.
  • O ministério realizará um inventário de todos os artefatos no laboratório de restauração para garantir a preservação do patrimônio cultural egípcio.

Cultural authorities in Cairo have initiated a nationwide search for a 3.000 anos old solid gold bracelet that has vanished from the Museu Egípcio. O artefato, que pertenceu ao rei Amenemope da 21ª Dinastia, estava em restauração para uma exposição programada em Roma.

O bracelete, que possui contas de lápis-lazúli, uma pedra preciosa altamente valorizada no Egito faraônico, foi visto pela última vez no laboratório de restauração localizado na Praça Tahrir. A investigação agora está sob a responsabilidade da polícia e do Ministério Público, conforme anunciado em uma declaração oficial.

O laboratório, considerado um local seguro, preparava o item para a exposição “Tesouros dos Faraós”, que contará com 130 artefatos e está prevista para abrir ainda este ano. Para evitar tentativas de contrabando, uma fotografia do bracelete foi distribuída em todos os aeroportos, portos e fronteiras do Egito.

O diretor geral do museu esclareceu que algumas imagens que circulam entre as autoridades não representam o item desaparecido, mas sim um bracelete semelhante da coleção. O rei Amenemope, descrito como um soberano intrigante da 21ª Dinastia, foi originalmente enterrado em uma tumba modesta em Tanis, no delta do Nilo.

O ministério informou que todos os artefatos atualmente no laboratório de restauração passarão por um inventário e revisão por uma comissão de especialistas. A busca pelo bracelete perdido destaca a importância da preservação do patrimônio cultural egípcio e os desafios enfrentados na proteção de itens históricos.

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