- O HMHS Britannic, irmão do RMS Titanic, afundou em 1916 após colidir com uma mina durante a Primeira Guerra Mundial, resultando na morte de 30 pessoas a bordo.
- Recentemente, mergulhadores recuperaram artefatos do naufrágio, como um sino de vigia e bandejas prateadas.
- A recuperação ocorreu a 400 pés de profundidade no Mar Egeu, em uma missão de uma semana realizada em maio.
- Os artefatos serão exibidos no futuro Museu de Antiguidades Subaquáticas em Piraeus, previsto para 2026, com investimento de €93 milhões (aproximadamente US$ 109 milhões).
- Além do sino e das bandejas, foram recuperados azulejos de um banho turco, uma pia de porcelana e um par de binóculos.
O HMHS Britannic, navio irmão do famoso RMS Titanic, afundou em 1916 após colidir com uma mina durante a Primeira Guerra Mundial, resultando na morte de 30 pessoas entre os 1.060 a bordo. Recentemente, mergulhadores recuperaram artefatos do naufrágio, incluindo um sino de vigia e bandejas prateadas, que serão exibidos no futuro Museu de Antiguidades Subaquáticas em Piraeus, previsto para 2026.
A recuperação dos itens ocorreu a 400 pés de profundidade no Mar Egeu, em uma missão que durou uma semana, realizada em maio. Um total de 11 mergulhadores enfrentou correntes fortes e baixa visibilidade, utilizando equipamentos de rebreather de circuito fechado. A operação foi organizada por Simon Mills, fundador da Britannic Foundation.
Os artefatos recuperados incluem não apenas o sino e as bandejas, mas também azulejos de um banho turco, uma pia de porcelana e um par de binóculos de um passageiro. Atualmente, esses itens estão passando por um processo de conservação. O novo museu, que contará com um investimento de €93 milhões (aproximadamente US$ 109 milhões) do Fundo de Recuperação e Resiliência da União Europeia, promete ser um importante espaço para a preservação da história subaquática.
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