- Ari Emanuel captou mais de US$ 2 bilhões para a Mari, empresa que compra eventos de entretenimento ao vivo.
- Ativos adquiridos pela Mari incluem Madrid Open, Miami Open, feiras Frieze e leilões Barrett-Jackson, com investidores de peso como Apollo Global Management, RedBird Capital Partners e Qatar Investment Authority, além da participação da Ares.
- A Mari surge após a privatização da Endeavor, e deve se concentrar em WME e na TKO Group Holdings, que controla a World Wrestling Entertainment e o Ultimate Fighting Championship.
- A equipe operacional dos eventos adquiridos permanece intacta; os torneios de tênis, por exemplo, teriam dobrado de ganhos, indicando crescimento robusto.
- Shapiro, sócio-gerente do WME Group, reforçou confiança dos investidores na nova empreitada; Emanuel e Shapiro veem futuro promissor para o entretenimento ao vivo.
O empresário Ari Emanuel captou mais de US$ 2 bilhões para sua nova empresa, a Mari, que se especializa na aquisição de eventos de entretenimento ao vivo. Entre os ativos adquiridos estão o Madrid Open, o Miami Open, feiras de arte Frieze e leilões Barrett-Jackson. A captação de recursos foi realizada com o apoio de investidores de peso, como Apollo Global Management, RedBird Capital Partners e Qatar Investment Authority.
A Mari surge após a privatização da Endeavor, anteriormente liderada por Emanuel e Mark Shapiro. A empresa se desfaz de ativos para concentrar-se em sua agência de talentos, a WME, e na TKO Group Holdings, que controla a World Wrestling Entertainment e o Ultimate Fighting Championship. Emanuel, de 64 anos, acredita que o entretenimento ao vivo está em ascensão, especialmente à medida que as pessoas têm mais tempo livre.
Aquisições Estratégicas
Além do Madrid Open, a Mari adquiriu o Miami Open e o triatlo Escape from Alcatraz. A equipe operacional desses eventos permanecerá intacta. Emanuel destacou que os torneios de tênis, por exemplo, dobraram seus ganhos, indicando um crescimento robusto. A Mari pretende focar em eventos culturais, enquanto a TKO se concentrará em grandes ligas esportivas.
Shapiro, sócio-gerente do WME Group, reforçou a confiança dos investidores na nova empreitada. Ele afirmou que a captação foi facilitada pela força subjacente dos ativos adquiridos. Emanuel e Shapiro veem um futuro promissor para o setor, com a expectativa de que o entretenimento ao vivo se torne cada vez mais valioso.
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