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Casa, pertencimento e deslocamento em exposições Artes Mundi no País de Gales

Artes Mundi abre exposições em cinco espaços no País de Gales; seis artistas internacionais disputam quarenta mil, com anúncio em quinze de janeiro de 2026

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  • As exposições do Artes Mundi, o maior prêmio de arte contemporânea do Reino Unido, foram inauguradas hoje em cinco espaços no País de Gales, com a 11ª edição explorando lar, pertencimento, deslocamento e comunidade.
  • A mostra reúne seis artistas internacionais e ocorre entre o Museu Nacional de Cardiff, Mostyn, Aberystwyth Arts Centre, Glynn Vivian Art Gallery e Chapter Art Centre, com o prêmio de 40.000 a ser concedido em 15 de janeiro de 2026.
  • Na Mostyn, a artista Jumana Emil Abboud (Palestina) apresenta trabalhos envolvendo memória de infância, história da costa norte do País de Gales e participação comunitária. Suas peças incluem objetos de cera, bordados e performances.
  • O artista Antonio Paucar (Peru) utiliza esculturas de lã de alpaca para explorar tradições que conectam pessoas e lugares.
  • No Aberystwyth Arts Centre, Anawana Haloba (Zâmbia) e Sawangwongse Yawnghwe (Birman) discutem deslocamento e interferência colonial, por meio de instalação escultórica com a voz do pai e pinturas a óleo, respectivamente.

As exposições do Artes Mundi, o maior prêmio de arte contemporânea do Reino Unido, foram inauguradas hoje em cinco locais do País de Gales. A 11ª edição do prêmio, que aborda temas como lar, pertencimento, deslocamento e comunidade, conta com a participação de seis artistas internacionais.

As mostras estão distribuídas entre o Museu Nacional de Cardiff, Mostyn, Aberystwyth Arts Centre, Glynn Vivian Art Gallery e Chapter Art Centre. O prêmio de 40.000 será concedido ao artista escolhido em 15 de janeiro de 2026.

Temas e Artistas

Na Mostyn, a artista palestina Jumana Emil Abboud explora suas memórias de infância, conectando-as à história da costa norte do País de Gales. Suas obras incluem objetos de cera, bordados e performances, desenvolvidas em colaboração com a comunidade local. O artista peruano Antonio Paucar também aborda tradições que unem pessoas e lugares, utilizando esculturas feitas de lã de alpaca.

No Aberystwyth Arts Centre, a artista zambiana Anawana Haloba e o birmanês Sawangwongse Yawnghwe exploram suas histórias familiares em relação ao deslocamento e à interferência colonial. Haloba apresenta uma instalação escultórica que inclui a voz de seu pai em uma ópera experimental, enquanto Yawnghwe recria fotografias de família em pinturas a óleo.

Outras Exibições

Na Glynn Vivian Art Gallery, a californiana Kameelah Janan Rasheed utiliza textos para abordar experiências negras e histórias contestadas, criando uma instalação envolvente. Por fim, no Chapter Art Centre, Sancintya Mohini Simpson utiliza cana-de-açúcar como pigmento, refletindo sobre a migração forçada de seus ancestrais da Índia para a África do Sul.

Essas exposições buscam criar um diálogo entre o local e o internacional, abordando questões profundas sobre identidade e pertencimento.

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